A gravidez de uma menina de 13 anos, que será mãe pela segunda vez, comoveu à sociedade argentina nesta quinta-feira, já que a gestação poderia ser consequência de abusos sexuais cometidos do companheiro de sua mãe, informou a imprensa local.
A menina, que não teve o nome revelado, morava com sua mãe, o padrasto e uma irmã de 11 na zona rural da cidade de Santa Isabel, na província de Santa Fé.
Aos 12 anos, ela engravidou pela primeira vez e a paternidade do bebê é desconhecida. Suspeita-se que esta última gravidez poderia ser fruto de estupro cometido por "um parente, o parceiro de sua mamãe", segundo a procuradora Paula Borello, em declarações à Radio Venado Tuerto .
De acordo com ela, o caso vir à tona "porque a escola notificou à Justiça que a menina estava faltando as aulas". Após entrevistar a menina e seus familiares surgiu a hipótese de que "a menor teria um vínculo com uma pessoa maior de idade".
A Promotoria investiga quando os abusos começaram e foi ordenada a realização de um exame de DNA para averiguar a paternidade do primeiro bebê, que nasceu há poucos meses. Após o parto, o segundo filho passará pelos mesmos exames.
De acordo com a promotora, a mãe, as duas meninas, e o bebê serão levados à casa de familiares, longe do convívio com o padrasto.
O autodenominado Estado Islâmico executou 200 crianças sírias e gravou as atrocidades em vídeo, hoje divulgado por um ativista anti-ISIS, segundo o jornal inglês, The Mirror.
Nas imagens é possível ver os jihadistas obrigando as crianças a deitarem-se no chão, de cara para baixo, antes de abrir fogo.
A veracidade das imagens ainda não foi confirmada, mas esta não é a primeira vez que o grupo terrorista assassina crianças.
De acordo com o Observatório Sírio dos Direitos Humanos (OSDH), o conflito sírio já provocou mais de 240 mil mortos desde 2011.O grupo radical proclamou há um ano um califado na Síria e no Iraque, onde tem conquistado extensas partes do território e deixando um rastro de morte à sua passagem.
Gabourey Sidibe responde aos haters: "Me senti sexy e bonita e acho que fiz um bom trabalho"
Na segunda temporada de "Empire", Gabourey Sidibe protagonizou uma cena de sexo com o ator Mo McRae. A atriz, que interpreta Becky Williams na série, apareceu nua e o fato bastou para que os haters de plantão a atacassem nas redes sociais.
Divulgação
Depois de protagonizar cena de sexo na TV, Gabouray Sidibe é alvo de preconceito
"Que nojo" e "Agora eles foram longe demais" foram alguns dos comentários feitos por espectadores da série estadunidense.
Gabourey, no entanto, surpreendeu ao responder aos comentários ofensivos. A atriz, indicada ao Oscar de 2009 pelo filme "Preciosa", utilizou o espaço cedido a ela na revista "Enterteinment Weekly" para dizer o quão orgulhosa estava. "Eu, uma mulher acima do peso e negra fiz uma cena de sexo num programa de TV no horário nobre."
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Gabourey Sidibe foi alvo de preconceito na web
"Estou muito orgulhosa do trabalho que todos nós fizemos para fazer dessa cena uma grande abertura do episódio. Continuo ouvindo que tem gente 'odiando'. Não sei como alguém pode odiar uma cena de amor, mas tudo bem. Vocês podem fazer seus memes. Sinceramente, estou muito cheia de trabalho para checar o Twitter. Espero que assistam ao capítulo da próxima semana!", completou.
Após a repercussão, fãs e artistas manifestaram apoio ao trabalho dela. "Vocês realmente pensam que mulheres gordas não fazem isso?", questionou uma no Twitter.
Em janeiro deste ano, após participação no Globo de Ouro, Gabourey deu resposta à altura das grosserias expressas pelo público. "Às pessoas que ficam fazendo comentários maldosos sobre minhas fotos extra-grandes, eu realmente chorei por causa disso em meu jatinho particular a caminho do meu emprego dos sonhos."
A indiana Khadija Khatoon, de 21 anos, nasceu com uma rara condição genética que causa inchaços e crescimento anormal dos tecidos nervosos
Os olhos, nariz e queixo da indiana Khadija Khatoon, de 21 anos, desapareceram de sua face. A boca é uma pequena abertura na lateral do rosto disforme. Os medicos acreditam que as feições foram distorcidas devido a neurofibromatose, doença genética que causa inchaços, protuberâncias e crescimento anormal de tecidos nervosos.
Reprodução
Khadija Khatoon perdeu suas feições por causa do crescimento excessivo da pele do rosto
A indiana nasceu em casa e aos dois meses foi levada ao hospital por causa da anomalia. Depois de passar por vários testes até completar 18 meses, os médicos disseram aos pais de Khadija que não poderiam fazer nada por ela, então eles nunca mais procuraram ajuda. A situação só piorou com o passar dos anos e a pele extra não para de crescer.
“
Passo os dias pensando, conversando com minha mãe e passeando por perto da minha casa. Sou feliz nessa vida e não quero fazer cirurgia porque corro risco de morte"
Devido a sua condição, Khadija nunca foi à escola e tudo o que sabe aprendeu com seus cinco irmãos. "Eu não tenho amigos de verdade, mas tenho uma família. Eles são meus únicos amigos e eu os amo. Meus pais são o meu mundo, eu não falo com estranhos", contou ao jornal britânico "Daily Mail".
Reprodução
Khadija gosta de brincar com crianças
Mesmo assim, ela garante que é feliz e não quer passar por cirurgia para retirada do excesso de pele. "Isso não é um problema, vivo como eu sou. Passo os dias pensando, conversando com minha mãe e passeando por perto da minha casa. Sou feliz nessa vida e não quero fazer cirurgia porque corro risco de morte."
A boca de Khadija é uma abertura ao lado do rosto
Khadija foi descoberta por Rupak Dutta, um oficial do governo, enquanto andava na rua. Ele sentiu que deveria fazer alguma coisa e postou uma foto dela no Facebook pedindo por ajuda. Agora ele está em contato com ONGs locais para conseguir consultas com especialistas e discutir uma possível cirurgia.
A vida sexual da assessora pessoal de compras Fedra Fabian passou a
ser intensamente discutida pelo público quando seu namorado foi tema de
um documentário… sobre o fato de que ele não tem pênis.
“Nós não podemos deixar de lado uma discussão e fazer as pazes na cama.”
(Foto: Discovery Networks International)
O
noivo de Fedra, Andrew Wardle, nasceu com uma anomalia conhecida como
extrofia da bexiga, uma condição que fez com que sua bexiga fosse
formada na parte externa do corpo. Como resultado, ele ficou sem pênis.
(Posteriormente os médicos conseguiram reinserir a bexiga dentro do
corpo.)
Andrew, que vive no Reino Unido, manteve sua condição em
segredo durante anos, mas finalmente decidiu se abrir em um documentário
do Discovery Networks International chamado ‘O Homem Sem Pênis’, que
foi ao ar nos Estados Unidos em 5 de outubro, no canal TLC.
O
documentário acompanhou Andrew enquanto ele se submeteu a procedimentos
médicos que usaram músculos e pele retirados de seu braço para criar um
pênis totalmente funcional. (O procedimento final será realizado no
início de 2016.) Além disso, o especial também falou sobre o
relacionamento dele com Fedra, e de como ambos lidam com o problema de
Andrew.
Mesmo depois de assistir ao documentário nós ainda ficamos com algumas dúvidas — então falamos por email com Fedra, que é originalmente da Hungria mas atualmente vive no Reino Unido, para obter mais respostas.
Women’s Health:Como você conheceu Andrew?
Fedra: Eu o conheci em um acampamento de férias no qual nós dois trabalhávamos na época.
WH:Quanto tempo demorou para ele contar sobre a sua condição? E como ele deu a notícia?
Fedra: Logo
no início ele tentou me contar, mas obviamente não é um assunto fácil.
Na verdade não existe um momento perfeito para fazer isso.
É fácil
de explicar se eu analisar o tema sob outra perspectiva: imagine que
você não pode ter filhos porque tem alguma doença, algo que não é sua
culpa. E você começa a namorar alguém de quem você realmente gosta, e
você sente que pode ser amor, e precisa contar a ele sobre a sua
condição. Você vai morrer de medo de fazer isso, especialmente porque já
lidou com reações ruins no passado; relacionamentos terminaram por
causa disso, mas não porque você fez algo errado ou por algo que você pode mudar.
A
primeira vez em que Andrew tentou me contar nós estávamos namorando há
alguns meses, e ele não conseguiu. Ele finalmente me contou na noite
anterior à publicação da notícia nos jornais. Ele não podia mais adiar, e
não queria que eu descobrisse lendo o jornal. Foi uma conversa muito
difícil para nós dois.
WH: Seus amigos e sua família sabem sobre a condição de Andrew ou você a manteve em segredo até agora?
Fedra: Minha
família sabe desde que Andrew me contou, mas ainda há algumas pessoas
que não sabem. Nós não ficamos falando sobre isso. Às vezes a minha mãe
pergunta como o Andrew está e se nós sabemos a data da sua cirurgia
final. Eles o amam por quem ele é — uma pessoa incrível, um espírito
livre e engraçado, e um homem forte.
(Foto: Discovery Networks International. Fedra e Andrew)
WH: Qual foi a sua reação inicial?
Fedra: Sendo
completamente honesta, meu cérebro parou de funcionar. Eu fiquei
chocada, mas quando consegui me recompor eu disse a ele que daríamos o
nosso melhor para fazer o relacionamento funcionar. Eu também preciso
ressaltar que a nossa relação começou de uma forma diferente das que ele
teve anteriormente, pois desde o começo ele tinha muita esperança de
que a cirurgia iria trazer a sua ‘saúde’ de volta. Então eu sempre soube
a respeito da operação.
Podemos dizer que a nossa situação foi mais fácil por sabermos que havia uma luz no fim do túnel.
WH: Como você acha que a condição dele afeta o seu relacionamento, além do aspecto sexual óbvio?
Fedra: Nós
tivemos dois anos difíceis. Nós discutíamos demais no passado, e não
conseguíamos nos conectar um com o outro. Eu não sabia dizer exatamente
qual era o problema até que nós dois nos abrimos. Foi um processo muito
lento e desafiador.
Mas se você ama alguém, não importa o que
aconteça, você vai encontrar o caminho para o seu coração… Este
relacionamento tem um fluxo diferente, você precisa deixá-lo entrar e
encontrar-se dentro dele.
WH: Há algo relacionado à sua vida sexual que outras mulheres poderiam invejar ou com o qual os homens poderiam aprender?
Fedra: Nós
temos uma comunicação muito melhor entre nós, por razões óbvias. Nós
não podemos deixar de lado uma discussão e fazer as pazes na cama. Nós
não podemos “deixar para lá”, nós precisamos resolver a situação se algo
está nos incomodando.
WH: Vocês já conversaram sobre casamento e sobre ter filhos? Como são estas conversas?
Fedra: Sim,
já conversamos. Nós estamos noivos desde janeiro de 2015, mas ainda não
estamos planejando o casamento, já que temos um assunto mais importante
para resolver antes.
WH: Você acha que Andrew aceita mais as suas falhas por causa da condição que ele tem?
Fedra: Eu
acho que esta situação faz com que ele seja mais aberto e possa
entender os outros com mais facilidade. O que eu notei no Andrew (e
gostei logo de início) é que ele sempre faz perguntas e é muito sincero
nas suas respostas. Ele tem um coração muito bonito e honesto, e um
forte senso de justiça. Ele é realmente um homem fantástico!
WH: Como você se sentiu quando soube que outro homem com um pênis transplantado engravidou uma mulher(se é que você ouviu isso?)
Fedra: Eu não havia ouvido até agora, mas estou muito feliz por eles! Nós desejamos uma vida longa e feliz para toda a família.
WH: Quais perguntas você está cansada de responder?
Fedra: Não existe uma pergunta específica. É a natureza
da pergunta que me deixa desconfortável, já que é um assunto muito
privado. Eu também entendo que a nossa situação é diferente e que as
pessoas querem saber.
Mas o Andrew está tentando ajudar os outros e eu o apoio da melhor
forma possível. Às vezes me sinto um pouco esquisita no final do dia.
Estou falando com estranhos sobre a minha vida pessoal, meus medos e
problemas… não parece algo natural.
WH: Você prestou atenção à resposta do público em relação ao documentário?
Fedra: Isso
não é parte do nosso dia a dia. Eu não estou acompanhando as conversas e
o burburinho. Eu espero que a exibição possa ajudar alguém a não
desistir e a se manter forte.
Tradicional forma de pagamento continuará respondendo por 15% das compras no dia 27; modelo pré-pago é terceira opção
O
velho boleto bancário continuará vivo na quinta edição brasileira da
Black Friday, que ocorre daqui a exatos 20 dias e pretende faturar este
ano algo próximo a R$ 2 bilhões com os mega descontos oferecidos pelo
varejo. Mesmo com uma taxa de abandono alta, 50 a cada 100 são
descartados pelo consumidor, e sendo alvo de golpes entre grandes redes,
a modalidade continuará respondendo por 15% das compras em um universo
amplamente dominado pelo cartão de crédito.
Reprodução
De acordo com especialista, as redes varejistas não podem ignorar a opção do boleto bancário
O dado da taxa de abandono é da Associação
Brasileira de Comércio Eletrônico (Abcomm), que não prevê um crescimento
especial desse número para o dia 27. De acordo com Daniel Bento,
diretor de meio de pagamentos da associação, o varejo não em geral vai
oferecer a possibilidade de pagamento à vista, apesar de haver um
movimento em favor das compras por cartão de crédito. “O varejo não pode
ignorar o boleto, mas até mesmo o varejo médio está forçando a entrada
do cartão. Oferece também o boleto, mas incentiva a compra no crédito”,
explica.
Muito dessa mudança pode ser explicada pelos
problemas nos anos anteriores envolvendo as guias de pagamento por
código de barras. No ano passado, por exemplo, grandes redes varejistas
aplicaram golpes entre si para emitir boletos nos concorrentes na
intenção de travar o estoque. “Nada mudou para este ano, pois o boleto
emitido não significa que será pago. O consumidor pode uma oferta melhor
e simplesmente descartar o boleto emitido antes”, explica Tom
Canabarro, cofundador da Konduto, plataforma brasileira especializada em
análise de fraude.
Canabarro explica ainda que esse é um
movimento típico dos gigantes do e-commerce, que programam bots (robôs,
em português) para tentar sabotar a logística de estoque dos rivais. “O
pequeno [varejista] não sofre influência. Tem que ser grande...é uma
operação parruda”, acrescenta
Chegada do pré-pago
A
pluralidade do público que chega a Black Friday 2015 é um dos fatores
principais das mais variadas formas de pagamento. São pessoas de todas
as idades, níveis diversos de relação com bancos e que consomem de todas
as maneiras. Na opinião de Bento, isso abriu as portas para o modelo de
cartão pré-pago. “É um pagamento à vista que não trabalha com crédito,
mas sim com saldo. E esse modelo abrange mais gente porque mesmo [o
consumidor] tendo o nome sujo, ele pode comprar”, explica, ponderando
que o movimento ainda será tímido neste ano. “Está engatinhando, mas é
uma possibilidade”.
Sobre o modo mais seguro, do ponto de vista do
consumidor, Bento sugere o cartão de crédito. De acordo com ele, o
boleto reduz a possibilidade de reclamação e de garantias do comprador, o
que vem de encontro com a política das bandeiras dos cartões, que deve
ser tidos como aliados na resolução de problemas. Grande parcela disso
ocorre ainda por conta de muitos consumidores desconfiados de compras na
internet, ele explica. “Costumo dizer que o cartão foi usado na
internet, mas não clonado na internet. Isso pode acontecer em qualquer
lugar (...) o consumidor ainda não tem a percepção de que o banco está
do lado dele [sobre questões de segurança]”.
O laudo da PF não diz se há suspeitas de irregularidades nos pagamentos
Um laudo da Polícia Federal anexado nesta sexta-feira (6) a uma das
investigações sobre a construtora Odebrecht na Operação Lava Jato
identificou pagamentos de R$ 975 mil ao Instituto FHC, do ex-presidente
tucano Fernando Henrique Cardoso.
É a primeira vez que são
divulgados valores de doações da Odebrecht ao instituto do
ex-presidente, que mantém as finanças da instituição sob sigilo.
O laudo, porém, não diz se há suspeitas de irregularidades nesses
pagamentos da construtora, cujo presidente Marcelo Odebrecht atualmente
se encontra preso. Não há, porém, detalhes sobre a razão dos pagamentos.
De acordo com o documento, foi levado em conta para o levantamento das
informações a quebra de sigilo da Odebrecht entre 2004 e 2014.
O
documento aponta a ocorrência de doações mensais de R$ 75 mil entre
dezembro de 2011 e dezembro de 2012. O laudo classifica as
transferências ao Instituto FHC como "pagamentos a ex-agentes
políticos".
Além disso, a PF encontrou uma troca de e-mails
entre uma funcionária do Instituto FHC e um representante da Braskem
negociando a contratação de FHC para uma palestra, que acabou sendo
cancelada.
Em uma das mensagens, a funcionária diz à Braskem que
há duas maneiras de se fazer "a doação": uma "doação direta", que
geraria um recibo, ou "a elaboração de um contrato, porém não podemos
citar que a prestação de serviço será uma palestra do presidente".
A PF também contabilizou doações de R$ 3,9 milhões da Odebrecht ao
Instituto Lula e à empresa do ex-presidente entre 2011 e 2014. Os
pagamentos à organização do ex-presidente petista, porém, já haviam sido
revelados anteriormente.
A reportagem entrou em contato com a
assessoria do Instituto FHC na noite desta sexta, mas não obteve
resposta. Em entrevista anterior, FHC já declarou não ver problema em
doações de empresas investigadas na Lava Jato ao instituto e que os
pagamentos não têm a ver com política.
Em entrevista ao Jornal da Globo, o deputado disse
que as contas não estão em seu nome e que obteve todo o seu patrimônio
de forma lícita
Eduardo
Cunha (PMDB-RJ), presidente da Câmara dos Deputados, afirmou novamente
nesta sexta-feira (6) que não é dono de contas fora do Brasil. A
declaração foi feita durante uma entrevista ao Jornal da Globo. Ele
afirmou apenas que é usufrutuário de contas que são administradas por
trustes, entidade legal em muitos países que, através de outorga,
administra bens e propriedades em favor de um ou mais
beneficiários.“Não, eu não sou o dono. Eu sou o usufrutuário em vida nas
condições determinadas em contrato”, disse.
Essa é a linha de
defesa que Cunha usará diante do processo que responde no Conselho de
Ética da Câmara cuja representação pertence ao PSOL e à Rede, em que
acusam Cunha de quebra de decoro parlamentar por supostamente ter mentido na CPI da Petrobras sobre as contas no exterior.
De
acordo com ele, essas contas estavam em seu nome até 2003, antes de
iniciar sua carreira política. Cunha admitiu ter um patrimônio jamais
declarado ao Banco Central, proveniente de transações lícitas comerciais
feitas internacionalmente e aplicações em bolsas estrangeiras. Depois
disso, houve a contratação do truste por parte dele e o comando do
patrimônio passou a ser feito pela entidade, tornando-se apenas
beneficiário delas.
O deputado afirma que o dinheiro obtido
através da exportação começou nos anos 80, quando vendeu produtos
alimentícios no Zaire, atual República do Democrática do Congo.
Questionado se possuía documentação a respeito das transações feitas,
ele disse que não. “A companhia foi constituída fora do Brasil. Estamos
falando de um assunto de 30 anos atrás, não tem documento nem
contabilidade de assuntos dessa natureza e a empresa já foi desfeita.”
Em
sua defesa, Cunha diz que só deveria declarar se o dinheiro tivesse
saído do Brasil. Como todas as transações foram feitas no exterior, não
seria necessário. “Eu precisaria ter declarado se tivesse feito
transferência do Brasil para lá, neste caso seria necessário ter o
registro no Banco Central e isso não ocorreu. O recurso foi originado
fora”, afirmou.
O Banco Central declara em seu site oficial na internet que “os
acordos de Trust que envolvam a guarda e administração de ativos no
exterior tendo como beneficiários pessoas físicas ou jurídicas
residentes no Brasil devem ser declarados” e que deverá sempre ser em
nome do beneficiário residente.
De acordo com o Jornal da Globo, os investigadores do processo ainda duvidam da versão do deputado.
Chamado Erotikaland, o parque erótico tem previsão de inauguração para o final de 2017
Com
o propósito de desmistificar o sexo para a população Evaldo Shiroma,
idealizador da feira temática Erotika Fair, vai fazer um parque erótico.
"É um sonho meu desde 1998. Me inspirei no mercado de parques e no mercado erótico", contou Shiroma ao iG Delas, nesta sexta-feira (6).
Divulgação
Erotikaland: primeiro parque erótico do Brasil
Inédito
Segundo
o idealizador, que tem dois sócios, Paulo Meirelles e Mauro Morata, o
parque é único no mundo e tem lançamento previsto para o final de 2017.
"Não tem nada parecido...o parque é o resultado de atrações
desenvolvidas na própria feira (Erotika Fair) com algumas coisas que vi
lá fora", completa Shiroma.
Segundo o empresário, todos
os anos ele desenvolve algo diferente para o parque há quase 20 anos.
"Não posso falar sobre o terreno e sequer a localização exata do parque
por várias razões contratuais", diz, informando apenas que o
empreendimento deve ser no interior de São Paulo.
Confira abaxio algumas das principais atrações do local, que deverá ter cerca de 150 mil metros quadrados.
Cinema 7D
Durante a projeção, as cadeiras e o ambiente transmitem sensações do filme à plateia, como calor, frio e vibrações; Trem dos prazeres
Uma espécie de "trem fantasma erótico" com gogo boys e gogo girls no lugar das assombrações; Hotel
Segundo
Shiroma, os visitantes terão a opção de se hospedar por um dia ou por
horas no local, como um motel, e também haverá um centro de convenções; Museu erótico
Um local com exposição permanente de arte erótica Piscina de nudismo
A
área dispensa muitas explicações, mas promete ser um dos lugares mais
frequentados. Quem nunca teve vontade de nadar sem roupas?
"Assim
como na feira, o que mais me encanta é a reação positiva do público.
Eles se divertem, se informam e me agradecem no final. Isso não tem
preço. É um lugar importante também para passar as campanhas de
prevenção contra a AIDS, contra a pedofilia e contra o assédio sexual,
por exemplo", finaliza ele.
O grupo extremista Estado Islâmico insistiu hoje
(4) que provocou a queda do avião russo, no sábado, no Sinai (Egito),
mas recusou-se a dar detalhes do incidente. Numa mensagem de áudio
divulgada em sites extremistas, o grupo jihadista afirmou que divulgará
detalhes do ataque quando achar conveniente e desafiou aqueles que
duvidam do ataque a demonstrar o que aconteceu.
Foto: EFE
“Não temos qualquer obrigação de explicar como caiu. Levem os destroços
e procurem, levem as caixa preta e analisem-nas e, depois, digam-nos o
resultado da investigação”, afirmou uma voz masculina na gravação.
“Provem que não o abatemos e como se despenhou. Daremos pormenores sobre
como caiu no momento que escolhermos”, acrescentou.
O grupo extremista indicou que o abate do avião ocorreu no 17º dia do
mês Muharram do calendário lunar islâmico, primeiro aniversário da
declaração de lealdade dos jihadistas egípcios ao Estado Islâmico.
A filial egípcia do grupo extremista já tinha reivindicado no sábado
(31) o abate do avião, que caiu com 224 pessoas a bordo, mas
especialistas manifestaram dúvidas quanto à possibilidade de, àquela
altitude, a aeronave ter sido atingida por um míssil disparado do solo.
A investigação das causas do acidente, que provocou a morte a todos os
ocupantes do avião, deverá demorar algum tempo. A análise das duas
caixas pretas do aparelho, um Airbus A321 da companhia russa MetroJet,
foi iniciada ontem (3) no Cairo.
Os vizinhos se armaram com paus, pedras, um martelo e uma roda de carro para assassinar o homem
Na
noite dessa segunda (2), um homem, de aproximadamente 40 anos, foi
linchado por cerca de 30 pessoas em Luziânia, Região Metropolitana do
Distrito Federal. Ele é suspeito de ter mostrado as partes íntimas para
uma menina de sete anos.
De acordo com informações do site O Popular, a criança contou para a
mãe sobre o ocorrido, e esta comentou com alguns vizinhos. Indignados,
eles se armaram com paus, pedras, um martelo e uma roda de carro. O
homem foi assassinado na cozinha de sua residência.
Ainda segundo a publicação, na manhã desta terça (3), a vítima, sem
documentos, ainda não tinha sido identificada. A Polícia Civil de Goiás
investiga o caso.
Estresse psicológico - Policial Militar, a profissão de risco.
O Policial Militar para o governo é como material descartável.
Mais de 70% dos Policias Militares, relatam que
durante a sua história na Polícia Militar, sempre enfrentaram situações
difíceis, o contato direto com os dois lados da história, vítimas e suspeitos,
e além de outros serviços atribuídos ao policial, fez com que o nível de
estresse o deixasse doente.
Nos quartéis, o assunto ainda é um tabu, mas, mesmo com resistência, começa a
ser relatado pelos os próprios policiais e os resultados são preocupantes que a convivência com a violência crua tem reflexos sobre a saúde física e
mental do Policial.
Os sintomas se agravam a cada dia e não se ver uma preocupação, um estudo
para quantificar e qualificar este problema. Existem policiais que
precisariam até mesmo de avaliação psiquiátrica porque já apresentam transtorno
psicológico. Policiais com níveis de estresse altíssimos que a
grande maioria não tem ideia de que pode estar com depressão.
O depoimento que o blog irá publicar aqui é do Soldado Diego Paixão da
Associação de Bacabal-MA (ASPOMMEM), recentemente transferido do seu
local de trabalho para uma das cidades mais pobres e de difícil
acesso no Estado do Maranhão é o retrato do descaso por por parte do Governo.
Bom dia senhores, aqui quem vos fala é o Sd Diego Paixão da Associação de Bacabal-MA (ASPOMMEM).
Mais
uma vez é chegado a hora de lutarmos pelos nossos direitos. Hoje estão
tentando oprimir e calar a voz das Associação Militares, amanhã poderá
ser a sua vez. Levantem-se e vamos mostrar que a nossa Polícia Militar é
feita de homens e mulheres, honrados, corajosos, e determinados, disse
Diego.
Pelos menos quatro militares foram transferidos nas
últimas semanas, todos vítimas de perseguições por parte das autoridades
do governo. Diego foi transferido para a cidade de Marajá do Sena e
ainda como parte da punição terá que responder a vários procedimentos
disciplinares pelo simples fato de mostrar a cara e lutar por
melhores condições de trabalho e valorização da classe militar.
A
situação em que são obrigados a trabalhar no Destacamento da Policia
Militar de Marajá do Sena é humilhante. O local é totalmente insalubre,
sem água encanada, esgotos e fossa aberta passando no fundo do quintal,
odor insuportável, banheiros sem condições de uso, colchões em péssimas
condições, viatura quebrada há mais de três meses. E o mais grave: O
único meio de transporte usado pelos militares é uma motocicleta e
quando há a necessidade de conduzir envolvidos nas ocorrências, os PMs
são obrigados a se deslocar para a cidade de Paulo Ramos, distante há 43
quilômetros infringindo ainda as leis de trânsito, indo um Policial
pilotando o conduzido e mais um PM na moto , isso quando não há mais pessoas
envolvidas quando são obrigados a se deslocarem para a beira da rodovia em
busca de uma carona, situação de total humilhação. No local onde
funciona o destacamento há uma ordem de despejo na justiça há mais de
dois meses, além de que a alimentação, combustível e alojamento é tudo
arcado pela prefeitura.
Esta é a forma como o policial está sendo tratado tanto
pelo Governo e Chefes Militares gerando um desequilíbrio completo do
policial. É lamentável que na corporação militar e as
autoridades ainda usam a tortura psicológica, o medo e a opressão para impor
respeito e a obediência cega, quando se pode muito bem, com disciplina e hierarquia, impor
respeito, sem medo.
A máxima e verdadeira é: Para mudar tem que participar. Assim acontece
dentro de qualquer organização. As Praças parecem ser usados como massa de
manobra através de falsos benefícios por parte daqueles que através de uma
logística muito bem arquitetada com ideologias dominantes e injustas que
permitem ser enganados a fazer o que eles pensam como se fossem gado que os
vaqueiros conduzem para onde querem.
Infelizmente o que se vê hoje são grupos dentro de uma organização que
age de acordo com suas próprias noções de justiça, ignorando o Estado de
Direito. Conseguem fazer pressão com suas invasões arbitrárias no psicológico e
ego das pessoas obrigando-os a apoiar o sistema opressor.
É
lamentável que muitos assumem cargos e
responsabilidades que não são deles, mais pela satisfação pessoal, pelas
mentiras plantadas e pela vaidade exacerbada, se corrompem e viram oposição
contra seus pares sendo refém das ameaças veladas, quando deveriam estar
unidos, estimulando e nos fortalecendo, passam a ser vistos como
grupos criados dentro da própria instituição com objetivo de desestimular e
desmobilizar, vista como uma construção para desconstruir o que se deseja alcançar, seguindo uma linha auxiliar de direita para anular as ações em prol
da categoria. Infelizmente, para um pequeno grupo dentro da instituição
policial, As praças são tidos como iletrados, alienados, desprovido de
entendimento e passíveis de serem dobrados.
Os governos parecem considerar o policial como um
funcionário qualquer, deixando de observar que nenhuma função pública ou
privada reúne tantos fatores estressantes como o trabalho policial: Exposição
continuada às intempéries e à poluição ambiental, horários prolongados,
salários indignos e miseráveis, e ainda vivendo em permanente risco de vida.
Quando vejo muitos policiais que sofrem de alguma
sequela, cujas doenças são inúmeras e muitos já descartados pela própria
instituição, essas sequelas são partes do resultado da opressão e tratamento
que sofreram durante o tempo militar, mesmo que não queiram admitir. Alguma
coisa está errada em sua estrutura, mas as autoridades militares não querem
enxergar. Preferem que o mal continue.
Em seus discursos, os militares,
governos e as autoridades falam de uma instituição centenária que tem prestado
grandes serviços à nação, mas não refletem e analisam que essa corporação
precisa se alinhar e se renovar aos novos tempos, para melhor servir à
sociedade que a mantém com tantos sacrifícios.
O policial precisa ser respeitado
para respeitar, não com chibata.
Ou Tongming, um trabalhador de 37 anos de idade, da aldeia Wangpu, na província de Guizhou, localizada na região sudoeste da China, despencou do segundo andar de uma construção em 2013. O resultado do acidente foi uma lesão medular que acabou o paralisando da cintura para baixo.
A família vive em condições de pobreza e gastou todas as economias que possuía em tratamentos médicos para o pai. Mesmo nesta situação, a esposa de Tongming decidiu fugir com a filha mais nova, de apenas 3 anos de idade. Desde então, nunca mais se ouviu falar da mulher. Isso fez com que Ou Yanglin fosse o único familiar próximo ao pai paraplégico.
Há mais de um ano, Yanglin acorda todas as manhãs às 6h para dar comida ao pai antes de ir para a escola, aprendeu sozinho a cozinhar arroz e fazer compras no mercado local. Na hora do almoço ele corre de volta para casa para alimentar seu pai novamente.
(Reprodução/Daily Mail)
Tongming confessou que ele estava à beira do suicídio por tanto pensar no fardo que colocou em cima do filho devido à debilidade. Porém, ele achou melhor não deixá-lo sozinho.
"Eu não estava tão determinado a ponto de deixar meu garoto órfão", disse o homem em entrevista ao Shanghaiist.
Yanglin, que só agora começou a frequentar a primeira série, vasculha as ruas em seu caminho depois da aula para coletar algumas sucatas a fim de revendê-las e fazer algum dinheiro. Em média ele consegue recolher material suficiente para trocar por uma quantia de 20 yuans por dia. Fora isso, os dois sobrevivem graças a uma pensão destinada a pessoas em condições carentes, com objetivo de evitar pedidos de esmola pelas ruas.
(Reprodução/Daily Mail)
As circunstâncias chocantes da fuga da mãe são conhecidas pelos vizinhos da família, que têm se esforçado para oferecer ajuda sempre que possível dentro dos que eles conseguem, já que são igualmente pobres.
'Meu pai precisa de remédio, mas eu não tenho dinheiro ", disse Yanglin à mídia local.
Depois de voltar para casa a criança ainda ajuda a virar o seu pai na cama para que um remédio possa ser aplicado na parte de trás de seu corpo, com objetivo de evitar a formação de feridas devido aos longos períodos deitado.
Yanglin disse que mais do que qualquer outra coisa ele que ele espera "crescer rapidamente", a fim de conseguir ganhar dinheiro para curar as aflições de seu pai.
A história da família se espalhou e pessoas bondosas que se comoveram com as condições de vida do pai criaram um fundo de caridade em seu nome para oferecer ajuda financeira.
Nino Esposito tem 78 anos e quer se casar com Roland Bosee, de 68. Antes disso, porém, terá que resolver um problema gigante: desfazer na Justiça a adoção de Bosee, que desde 2012 é seu “filho adotivo”.
A história começou como uma forma de burlar a lei. Era comum, nos Estados Unidos, que casais gays usassem a fórmula para que pudessem viver juntos e compartilhar direitos: um adotava o outro e ambos passavam a ter uma vida de casados.
Foi o que aconteceu com Nino e Roland em 2012. Os dois se conheceram ainda na década de 1970 e, desde então, estão juntos. Para driblar a lei, o primeiro adotou o segundo, pois, segundo eles mesmos, nunca chegaram a acreditar que o casamento gay fosse liberado.
“Nós simplesmente nunca pensamos, em nossas vidas inteiras, ou até em 20 vidas que poderíamos viver, que o casamento entre pessoas do mesmo sexo seria uma realidade, algo legal, aceito. Por isso esse procedimento de adoção”, explica Roland.
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Acontece que, em 26 de julho deste ano, a Suprema Corte dos Estados Unidos legalizou o casamento entre duas pessoas do mesmo sexo. Assim sendo, Roland e Nino buscam agora uma forma de irem para a legalidade. Para isso, tentam desfazer a adoção.
No comando do caso está o juiz Lawrence J. O’Toole, que já afirmou em entrevistas recentes que está sensibilizado. Aconteceu que ele também afirmou que não tem nada que possa fazer no caso, uma vez que se trata de uma história de “pai e filho”. Por isso, os dois terão uma árdua luta pela frente.
A esperança para o casal pode estar nas decisões tomadas em todo o território norte-americano — eles vivem na Pensilvânia. Segundo Nancy Polikoff, professora de Direito, muitos Estados estão concordando em desfazer as adoções ao perceberem quão delicada é a situação.
Se conseguirem chegar ao ponto que desejam, os dois pretendem comemorar, é claro. Mas, enquanto o caso segue em andamento, vivem sua vida como sempre viveram — vítimas do preconceito que tentam se livrar dele a todo o custo. E, apesar da idade avançada, eles mantém algo que os impulsiona desde os anos 70: a esperança de igualdade.
Uma jovem afegã foi apedrejada até a morte por talibãs e chefes de guerra por tentar fugir com o seu amante, informaram hoje (3) as autoridades do Afeganistão. Um vídeo do incidente, confirmado como verdadeiro pelo governo provincial, circula nas redes sociais e foi divulgado natelevisão.O apedrejamento ocorreu "há cerca de uma semana" em Ghalim, área montanhosa e de deserto na província de Ghor, informou à agênciaFrance Press (AFP) a governadora Sima Joyenda, uma das duas mulheres que governam províncias do Afeganistão. No vídeo, vê-se uma jovem de pé, em um buraco aberto no chão, apenas com a cabeça de fora, enquanto um homem vestido de preto pega uma pedra e atira em sua direção. Em seguida, três homens atiram pedras. Um deles sugere à jovem que recite a shahada, a profissão de fé muçulmana. Abdul Hai Katebi, porta-voz da governadora, assegurou àAFP que as imagens são autênticas. A vítima “foi apedrejada até à morte por talibãs, por clérigos e chefes de guerra irresponsáveis”, reagiu Sima Joyenda, acrescentando que a jovem tinha entre 19 e 20 anos e foi casada contra a sua vontade. "Tinha fugido com outro homem da sua idade", explicou. A governandora condenou a morte e pediu ao governo central de Cabul que liberte a região do controle dos talibãs