sábado, 7 de novembro de 2015

Black Friday: boleto continuará como opção em mercado dominado pelo crédito

Tradicional forma de pagamento continuará respondendo por 15% das compras no dia 27; modelo pré-pago é terceira opção

O velho boleto bancário continuará vivo na quinta edição brasileira da Black Friday, que ocorre daqui a exatos 20 dias e pretende faturar este ano algo próximo a R$ 2 bilhões com os mega descontos oferecidos pelo varejo. Mesmo com uma taxa de abandono alta, 50 a cada 100 são descartados pelo consumidor, e sendo alvo de golpes entre grandes redes, a modalidade continuará respondendo por 15% das compras em um universo amplamente dominado pelo cartão de crédito.
De acordo com especialista, as redes varejistas não podem ignorar a opção do boleto bancário
Reprodução
De acordo com especialista, as redes varejistas não podem ignorar a opção do boleto bancário
O dado da taxa de abandono é da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (Abcomm), que não prevê um crescimento especial desse número para o dia 27. De acordo com Daniel Bento, diretor de meio de pagamentos da associação, o varejo não em geral vai oferecer a possibilidade de pagamento à vista, apesar de haver um movimento em favor das compras por cartão de crédito. “O varejo não pode ignorar o boleto, mas até mesmo o varejo médio está forçando a entrada do cartão. Oferece também o boleto, mas incentiva a compra no crédito”, explica.
Muito dessa mudança pode ser explicada pelos problemas nos anos anteriores envolvendo as guias de pagamento por código de barras. No ano passado, por exemplo, grandes redes varejistas aplicaram golpes entre si para emitir boletos nos concorrentes na intenção de travar o estoque. “Nada mudou para este ano, pois o boleto emitido não significa que será pago. O consumidor pode uma oferta melhor e simplesmente descartar o boleto emitido antes”, explica Tom Canabarro, cofundador da Konduto, plataforma brasileira especializada em análise de fraude.
 
 Canabarro explica ainda que esse é um movimento típico dos gigantes do e-commerce, que programam bots (robôs, em português) para tentar sabotar a logística de estoque dos rivais. “O pequeno [varejista] não sofre influência. Tem que ser grande...é uma operação parruda”, acrescenta
 
 
Chegada do pré-pago
A pluralidade do público que chega a Black Friday 2015 é um dos fatores principais das mais variadas formas de pagamento. São pessoas de todas as idades, níveis diversos de relação com bancos e que consomem de todas as maneiras. Na opinião de Bento, isso abriu as portas para o modelo de cartão pré-pago. “É um pagamento à vista que não trabalha com crédito, mas sim com saldo. E esse modelo abrange mais gente porque mesmo [o consumidor] tendo o nome sujo, ele pode comprar”, explica, ponderando que o movimento ainda será tímido neste ano. “Está engatinhando, mas é uma possibilidade”.

Sobre o modo mais seguro, do ponto de vista do consumidor, Bento sugere o cartão de crédito. De acordo com ele, o boleto reduz a possibilidade de reclamação e de garantias do comprador, o que vem de encontro com a política das bandeiras dos cartões, que deve ser tidos como aliados na resolução de problemas. Grande parcela disso ocorre ainda por conta de muitos consumidores desconfiados de compras na internet, ele explica. “Costumo dizer que o cartão foi usado na internet, mas não clonado na internet. Isso pode acontecer em qualquer lugar (...) o consumidor ainda não tem a percepção de que o banco está do lado dele [sobre questões de segurança]”.

http://economia.ig.com.br/black-friday/2015-11-07/black-friday-boleto-continuara-como-opcao-em-mercado-dominado-pelo-credito.html

Odebrecht doou R$ 975 mil ao Instituto FHC em um ano, diz PF

O laudo da PF não diz se há suspeitas de irregularidades nos pagamentos

Um laudo da Polícia Federal anexado nesta sexta-feira (6) a uma das investigações sobre a construtora Odebrecht na Operação Lava Jato identificou pagamentos de R$ 975 mil ao Instituto FHC, do ex-presidente tucano Fernando Henrique Cardoso.

É a primeira vez que são divulgados valores de doações da Odebrecht ao instituto do ex-presidente, que mantém as finanças da instituição sob sigilo.

O laudo, porém, não diz se há suspeitas de irregularidades nesses pagamentos da construtora, cujo presidente Marcelo Odebrecht atualmente se encontra preso. Não há, porém, detalhes sobre a razão dos pagamentos.

De acordo com o documento, foi levado em conta para o levantamento das informações a quebra de sigilo da Odebrecht entre 2004 e 2014.

O documento aponta a ocorrência de doações mensais de R$ 75 mil entre dezembro de 2011 e dezembro de 2012. O laudo classifica as transferências ao Instituto FHC como "pagamentos a ex-agentes políticos".

Além disso, a PF encontrou uma troca de e-mails entre uma funcionária do Instituto FHC e um representante da Braskem negociando a contratação de FHC para uma palestra, que acabou sendo cancelada.

Em uma das mensagens, a funcionária diz à Braskem que há duas maneiras de se fazer "a doação": uma "doação direta", que geraria um recibo, ou "a elaboração de um contrato, porém não podemos citar que a prestação de serviço será uma palestra do presidente".

A PF também contabilizou doações de R$ 3,9 milhões da Odebrecht ao Instituto Lula e à empresa do ex-presidente entre 2011 e 2014. Os pagamentos à organização do ex-presidente petista, porém, já haviam sido revelados anteriormente.

A reportagem entrou em contato com a assessoria do Instituto FHC na noite desta sexta, mas não obteve resposta. Em entrevista anterior, FHC já declarou não ver problema em doações de empresas investigadas na Lava Jato ao instituto e que os pagamentos não têm a ver com política.

http://minasgerais.ig.com.br/?url_layer=/2015-11-06/11160665.html

Cunha admite contas no exterior, mas nega ser o operador

Em entrevista ao Jornal da Globo, o deputado disse que as contas não estão em seu nome e que obteve todo o seu patrimônio de forma lícita

Eduardo Cunha (PMDB-RJ), presidente da Câmara dos Deputados, afirmou novamente nesta sexta-feira (6) que não é dono de contas fora do Brasil. A declaração foi feita durante uma entrevista ao Jornal da Globo. Ele afirmou apenas que é usufrutuário de contas que são administradas por trustes, entidade legal em muitos países que, através de outorga, administra bens e propriedades em favor de um ou mais beneficiários.“Não, eu não sou o dono. Eu sou o usufrutuário em vida nas condições determinadas em contrato”, disse. 

Essa é a linha de defesa que Cunha usará diante do processo que responde no Conselho de Ética da Câmara cuja representação pertence ao PSOL e à Rede, em que acusam Cunha de quebra de decoro parlamentar por supostamente ter mentido na CPI da Petrobras sobre as contas no exterior.

De acordo com ele, essas contas estavam em seu nome até 2003, antes de iniciar sua carreira política. Cunha admitiu ter um patrimônio jamais declarado ao Banco Central, proveniente de transações lícitas comerciais feitas internacionalmente e aplicações em bolsas estrangeiras. Depois disso, houve a contratação do truste por parte dele e o comando do patrimônio passou a ser feito pela entidade, tornando-se apenas beneficiário delas.

O deputado afirma que o dinheiro obtido através da exportação começou nos anos 80, quando vendeu produtos alimentícios no Zaire, atual República do Democrática do Congo. Questionado se possuía documentação a respeito das transações feitas, ele disse que não. “A companhia foi constituída fora do Brasil. Estamos falando de um assunto de 30 anos atrás, não tem documento nem contabilidade de assuntos dessa natureza e a empresa já foi desfeita.”

Em sua defesa, Cunha diz que só deveria declarar se o dinheiro tivesse saído do Brasil. Como todas as transações foram feitas no exterior, não seria necessário. “Eu precisaria ter declarado se tivesse feito transferência do Brasil para lá, neste caso seria necessário ter o registro no Banco Central e isso não ocorreu. O recurso foi originado fora”, afirmou.

O Banco Central declara em seu site oficial na internet que “os acordos de Trust que envolvam a guarda e administração de ativos no exterior tendo como beneficiários pessoas físicas ou jurídicas residentes no Brasil devem ser declarados” e que deverá sempre ser em nome do beneficiário residente.

De acordo com o Jornal da Globo, os investigadores do processo ainda duvidam da versão do deputado.

 http://ultimosegundo.ig.com.br/politica/2015-11-07/cunha-admite-contas-no-exterior-mas-nega-ser-o-operador.html

Primeiro parque erótico do Brasil terá até piscina de nudismo

Chamado Erotikaland, o parque erótico tem previsão de inauguração para o final de 2017

Com o propósito de desmistificar o sexo para a população Evaldo Shiroma, idealizador da feira temática Erotika Fair, vai fazer um parque erótico.
"É um sonho meu desde 1998. Me inspirei no mercado de parques e no mercado erótico", contou Shiroma ao iG Delas, nesta sexta-feira (6).
Erotikaland: primeiro parque erótico do Brasil
Divulgação
Erotikaland: primeiro parque erótico do Brasil


Inédito
Segundo o idealizador, que tem dois sócios, Paulo Meirelles e Mauro Morata, o parque é único no mundo e tem lançamento previsto para o final de 2017. "Não tem nada parecido...o parque é o resultado de atrações desenvolvidas na própria feira (Erotika Fair) com algumas coisas que vi lá fora", completa Shiroma.
Segundo o empresário, todos os anos ele desenvolve algo diferente para o parque há quase 20 anos. "Não posso falar sobre o terreno e sequer a localização exata do parque por várias razões contratuais", diz, informando apenas que o empreendimento deve ser no interior de São Paulo.

Confira abaxio algumas das principais atrações do local, que deverá ter cerca de 150 mil metros quadrados.
Cinema 7D
Durante a projeção, as cadeiras e o ambiente transmitem sensações do filme à plateia, como calor, frio e vibrações;
Trem dos prazeres
Uma espécie de "trem fantasma erótico" com gogo boys e gogo girls no lugar das assombrações;
Hotel
Segundo Shiroma, os visitantes terão a opção de se hospedar por um dia ou por horas no local, como um motel, e também haverá um centro de convenções;
Museu erótico
Um local com exposição permanente de arte erótica
Piscina de nudismo
A área dispensa muitas explicações, mas promete ser um dos lugares mais frequentados. Quem nunca teve vontade de nadar sem roupas?
"Assim como na feira, o que mais me encanta é a reação positiva do público. Eles se divertem, se informam e me agradecem no final. Isso não tem preço. É um lugar importante também para passar as campanhas de prevenção contra a AIDS, contra a pedofilia e contra o assédio sexual, por exemplo", finaliza ele.

 http://delas.ig.com.br/amoresexo/2015-11-06/primeiro-parque-erotico-do-brasil-tera-ate-piscina-de-nudismo.html

quarta-feira, 4 de novembro de 2015

Estado Islâmico insiste que abateu avião russo no Egito

O grupo extremista Estado Islâmico insistiu hoje (4) que provocou a queda do avião russo, no sábado, no Sinai (Egito), mas recusou-se a dar detalhes do incidente. Numa mensagem de áudio divulgada em sites extremistas, o grupo jihadista afirmou que divulgará detalhes do ataque quando achar conveniente e desafiou aqueles que duvidam do ataque a demonstrar o que aconteceu.

Foto: EFE
“Não temos qualquer obrigação de explicar como caiu. Levem os destroços e procurem, levem as caixa preta e analisem-nas e, depois, digam-nos o resultado da investigação”, afirmou uma voz masculina na gravação. “Provem que não o abatemos e como se despenhou. Daremos pormenores sobre como caiu no momento que escolhermos”, acrescentou. 

O grupo extremista indicou que o abate do avião ocorreu no 17º dia do mês Muharram do calendário lunar islâmico, primeiro aniversário da declaração de lealdade dos jihadistas egípcios ao Estado Islâmico. 

A filial egípcia do grupo extremista já tinha reivindicado no sábado (31) o abate do avião, que caiu com 224 pessoas a bordo, mas especialistas manifestaram dúvidas quanto à possibilidade de, àquela altitude, a aeronave ter sido atingida por um míssil disparado do solo. 

A investigação das causas do acidente, que provocou a morte a todos os ocupantes do avião, deverá demorar algum tempo. A análise das duas caixas pretas do aparelho, um Airbus A321 da companhia russa MetroJet, foi iniciada ontem (3) no Cairo. 

http://noticias.terra.com.br/mundo/africa/estado-islamico-insiste-que-abateu-aviao-russo-no-egito,c56fdfedafca135be4f74e60b387b326r8l4k960.html

Homem é linchado suspeito de abusar de menina de sete anos

Os vizinhos se armaram com paus, pedras, um martelo e uma roda de carro para assassinar o homem
Na noite dessa segunda (2), um homem, de aproximadamente 40 anos, foi linchado por cerca de 30 pessoas em Luziânia, Região Metropolitana do Distrito Federal. Ele é suspeito de ter mostrado as partes íntimas para uma menina de sete anos.
De acordo com informações do site O Popular, a criança contou para a mãe sobre o ocorrido, e esta comentou com alguns vizinhos. Indignados, eles se armaram com paus, pedras, um martelo e uma roda de carro. O homem foi assassinado na cozinha de sua residência.
Ainda segundo a publicação, na manhã desta terça (3), a vítima, sem documentos, ainda não tinha sido identificada. A Polícia Civil de Goiás investiga o caso.

Fonte: O Popular




PMs do Estado do Maranhão vivem em situações humilhantes.

      Estresse psicológico - Policial Militar, a profissão de risco. 


O Policial  Militar para o governo é como material descartável.
 
Mais de 70% dos Policias Militares, relatam que durante a sua história na Polícia Militar, sempre enfrentaram situações difíceis, o contato direto com os dois lados da história, vítimas e suspeitos, e além de outros serviços atribuídos ao policial, fez com que o nível de estresse o deixasse doente.

Nos quartéis, o assunto ainda é um tabu, mas, mesmo com resistência, começa a ser relatado pelos os próprios policiais e os resultados são preocupantes que a convivência com a violência crua tem reflexos sobre a saúde física e mental do Policial. 

Os sintomas se agravam a cada dia e não se ver uma preocupação, um estudo para  quantificar e qualificar este problema. Existem policiais que precisariam até mesmo de avaliação psiquiátrica porque já apresentam transtorno psicológico. Policiais com  níveis de  estresse altíssimos que a grande maioria  não tem ideia de que pode estar com depressão.
 
O depoimento que o blog irá publicar aqui é do Soldado Diego Paixão da Associação de Bacabal-MA (ASPOMMEM), recentemente transferido do seu local de trabalho para uma das cidades mais pobres e de  difícil acesso no Estado do Maranhão é o retrato do descaso por por parte do Governo.
 
Bom dia senhores, aqui quem vos fala é o Sd Diego Paixão da Associação de Bacabal-MA (ASPOMMEM).
Mais uma vez é chegado a hora de lutarmos pelos nossos direitos. Hoje estão tentando oprimir e calar a voz das Associação Militares, amanhã poderá ser a sua vez. Levantem-se e vamos mostrar que a nossa Polícia Militar é feita de homens e mulheres, honrados, corajosos, e determinados, disse Diego.

Pelos menos quatro militares foram transferidos nas últimas semanas, todos vítimas de perseguições por parte das autoridades do governo. Diego foi transferido para a cidade de Marajá do Sena e ainda como parte da punição terá que responder a vários procedimentos disciplinares pelo simples  fato de mostrar a cara e lutar por melhores condições de trabalho e valorização da classe militar.
 
A situação em que são obrigados a trabalhar no Destacamento da Policia Militar de Marajá do Sena é humilhante. O local é totalmente insalubre, sem água encanada, esgotos e fossa aberta passando no fundo do quintal, odor insuportável, banheiros sem condições de uso, colchões em péssimas condições, viatura quebrada há mais de três meses. E o mais grave: O único meio de transporte usado pelos militares é uma motocicleta e quando há a necessidade de conduzir envolvidos nas ocorrências, os PMs são obrigados a se deslocar para a cidade de Paulo Ramos, distante há 43 quilômetros infringindo ainda as leis  de trânsito, indo um Policial pilotando o conduzido e mais um PM na moto , isso  quando não há mais pessoas envolvidas quando são obrigados a se deslocarem para a beira da rodovia em busca de uma carona, situação de total humilhação. No local onde funciona o destacamento há uma ordem de despejo na justiça há mais de dois meses, além de que a alimentação, combustível e alojamento é tudo arcado pela prefeitura.
  
Esta é a  forma como o policial está sendo tratado tanto pelo Governo e Chefes Militares gerando um desequilíbrio completo do policial. É lamentável que na corporação militar e as autoridades ainda usam a tortura psicológica, o medo e a opressão para impor respeito e a obediência cega, quando se pode muito bem, com disciplina e hierarquia, impor respeito, sem medo.
 
A máxima e verdadeira é: Para mudar tem que participar. Assim acontece dentro de qualquer organização.  As Praças parecem ser usados como massa de manobra através de falsos benefícios por parte daqueles que através de uma logística muito bem arquitetada com ideologias dominantes e injustas que permitem ser enganados a fazer o que eles pensam como se fossem gado que os vaqueiros conduzem para onde querem. 

Infelizmente o que se vê hoje são grupos dentro de uma organização que age de acordo com suas próprias noções de justiça, ignorando o Estado de Direito. Conseguem fazer pressão com suas invasões arbitrárias no psicológico e ego das pessoas obrigando-os a apoiar o sistema opressor.
 
É lamentável que muitos assumem cargos e responsabilidades que não são deles, mais pela satisfação pessoal, pelas mentiras plantadas e pela vaidade exacerbada, se corrompem e viram oposição contra seus pares sendo refém das ameaças veladas, quando deveriam estar unidos, estimulando e nos fortalecendo, passam a ser vistos como grupos criados dentro da própria instituição com objetivo de desestimular e desmobilizar, vista como uma construção para desconstruir o que se deseja alcançar, seguindo uma linha auxiliar de direita para anular as ações em prol da categoria. Infelizmente, para um pequeno grupo dentro da instituição policial, As praças são tidos como iletrados, alienados, desprovido de entendimento e passíveis de serem dobrados.
 
Os governos parecem considerar o policial como um funcionário qualquer, deixando de observar que nenhuma função pública ou privada reúne tantos fatores estressantes como o trabalho policial: Exposição continuada às intempéries e à poluição ambiental, horários prolongados, salários indignos e miseráveis,  e ainda vivendo em permanente risco de vida.
 
 
foto 1 (4)
Quando vejo muitos  policiais que sofrem de alguma sequela, cujas doenças são inúmeras e muitos já descartados pela própria instituição, essas sequelas são partes do resultado da opressão e tratamento que sofreram durante o tempo militar, mesmo que não queiram admitir. Alguma coisa está errada em sua estrutura, mas as autoridades militares não querem enxergar. Preferem que o mal continue.
 
Em seus discursos, os militares, governos e as autoridades falam de uma instituição centenária que tem prestado grandes serviços à nação, mas não refletem e analisam que essa corporação precisa se alinhar e se renovar aos novos tempos, para melhor servir à sociedade que a mantém com tantos sacrifícios.
 
O policial precisa ser respeitado para respeitar, não com chibata.

foto 3 (1)

terça-feira, 3 de novembro de 2015

Menino de sete anos cuida de seu pai paralisado após mãe abandoná-los

A família vive em condições de pobreza e gastou todas as economias que possuía em tratamentos médicos para o pai. Mesmo nesta situação, a esposa de Tongming decidiu fugir com a filha mais nova, de apenas 3 anos de idade. Desde então, nunca mais se ouviu falar da mulher. Isso fez com que Ou Yanglin fosse o único familiar próximo ao pai paraplégico.
Há mais de um ano, Yanglin acorda todas as manhãs às 6h para dar comida ao pai antes de ir para a escola, aprendeu sozinho a cozinhar arroz e fazer compras no mercado local. Na hora do almoço ele corre de volta para casa para alimentar seu pai novamente.
(Reprodução/Daily Mail)(Reprodução/Daily Mail)
Tongming confessou que ele estava à beira do suicídio por tanto pensar no fardo que colocou em cima do filho devido à debilidade. Porém, ele achou melhor não deixá-lo sozinho.
"Eu não estava tão determinado a ponto de deixar meu garoto órfão", disse o homem em entrevista ao Shanghaiist.
Yanglin, que só agora começou a frequentar a primeira série, vasculha as ruas em seu caminho depois da aula para coletar algumas sucatas a fim de revendê-las e fazer algum dinheiro. Em média ele consegue recolher material suficiente para trocar por uma quantia de 20 yuans por dia. Fora isso, os dois sobrevivem graças a uma pensão destinada a pessoas em condições carentes, com objetivo de evitar pedidos de esmola pelas ruas.
(Reprodução/Daily Mail)(Reprodução/Daily Mail)
As circunstâncias chocantes da fuga da mãe são conhecidas pelos vizinhos da família, que têm se esforçado para oferecer ajuda sempre que possível dentro dos que eles conseguem, já que são igualmente pobres.
'Meu pai precisa de remédio, mas eu não tenho dinheiro ", disse Yanglin à mídia local.
Depois de voltar para casa a criança ainda ajuda a virar o seu pai na cama para que um remédio possa ser aplicado na parte de trás de seu corpo, com objetivo de evitar a formação de feridas devido aos longos períodos deitado.
Yanglin disse que mais do que qualquer outra coisa ele que ele espera "crescer rapidamente", a fim de conseguir ganhar dinheiro para curar as aflições de seu pai.
A história da família se espalhou e pessoas bondosas que se comoveram com as condições de vida do pai criaram um fundo de caridade em seu nome para oferecer ajuda financeira.
https://br.noticias.yahoo.com/blogs/super-incr%C3%ADvel/menino-de-sete-anos-cuida-de-seu-pai-paralisado-ap%C3%B3s-m%C3%A3e-abandon%C3%A1-los-145408520.html

Idoso entra na Justiça para poder se casar com seu 'filho adotivo'


Nino Esposito tem 78 anos e quer se casar com Roland Bosee, de 68. Antes disso, porém, terá que resolver um problema gigante: desfazer na Justiça a adoção de Bosee, que desde 2012 é seu “filho adotivo”.

A história começou como uma forma de burlar a lei. Era comum, nos Estados Unidos, que casais gays usassem a fórmula para que pudessem viver juntos e compartilhar direitos: um adotava o outro e ambos passavam a ter uma vida de casados.

Foi o que aconteceu com Nino e Roland em 2012. Os dois se conheceram ainda na década de 1970 e, desde então, estão juntos. Para driblar a lei, o primeiro adotou o segundo, pois, segundo eles mesmos, nunca chegaram a acreditar que o casamento gay fosse liberado.

“Nós simplesmente nunca pensamos, em nossas vidas inteiras, ou até em 20 vidas que poderíamos viver, que o casamento entre pessoas do mesmo sexo seria uma realidade, algo legal, aceito. Por isso esse procedimento de adoção”, explica Roland.

ReproduçãoReprodução


Acontece que, em 26 de julho deste ano, a Suprema Corte dos Estados Unidos legalizou o casamento entre duas pessoas do mesmo sexo. Assim sendo, Roland e Nino buscam agora uma forma de irem para a legalidade. Para isso, tentam desfazer a adoção.

No comando do caso está o juiz Lawrence J. O’Toole, que já afirmou em entrevistas recentes que está sensibilizado. Aconteceu que ele também afirmou que não tem nada que possa fazer no caso, uma vez que se trata de uma história de “pai e filho”. Por isso, os dois terão uma árdua luta pela frente.

A esperança para o casal pode estar nas decisões tomadas em todo o território norte-americano — eles vivem na Pensilvânia. Segundo Nancy Polikoff, professora de Direito, muitos Estados estão concordando em desfazer as adoções ao perceberem quão delicada é a situação.

Se conseguirem chegar ao ponto que desejam, os dois pretendem comemorar, é claro. Mas, enquanto o caso segue em andamento, vivem sua vida como sempre viveram — vítimas do preconceito que tentam se livrar dele a todo o custo. E, apesar da idade avançada, eles mantém algo que os impulsiona desde os anos 70: a esperança de igualdade.

https://br.noticias.yahoo.com/idoso-entra-na-justi%C3%A7a-para-poder-se-casar-com-seu--filho-adotivo-181145222.html

Jovem afegã é apedrejada até a morte por cometer adultério

Uma jovem afegã foi apedrejada até a morte por talibãs e chefes de guerra por tentar fugir com o seu amante, informaram hoje (3) as autoridades do Afeganistão. Um vídeo do incidente, confirmado como verdadeiro pelo governo provincial, circula nas redes sociais e foi divulgado natelevisão.O apedrejamento ocorreu "há cerca de uma semana" em Ghalim, área montanhosa e de deserto na província de Ghor, informou à agênciaFrance Press (AFP) a governadora Sima Joyenda, uma das duas mulheres que governam províncias do Afeganistão. No vídeo, vê-se uma jovem de pé, em um buraco aberto no chão, apenas com a cabeça de fora, enquanto um homem vestido de preto pega uma pedra e atira em sua direção. Em seguida, três homens atiram pedras. Um deles sugere à jovem que recite a shahada, a profissão de fé muçulmana. Abdul Hai Katebi, porta-voz da governadora, assegurou à AFP que as imagens são autênticas. A vítima “foi apedrejada até à morte por talibãs, por clérigos e chefes de guerra irresponsáveis”, reagiu Sima Joyenda, acrescentando que a jovem tinha entre 19 e 20 anos e foi casada contra a sua vontade. "Tinha fugido com outro homem da sua idade", explicou. A governandora condenou a morte e pediu ao governo central de Cabul que liberte a região do controle dos talibãs
http://noticias.terra.com.br/mundo/oriente-medio/afega-e-apedrejada-ate-a-morte-por-cometer-adulterio,0d9621f106b6329af7d30574c8cf90c38vutdol7.html
.

Após bebedeira, homem acorda com 'óculos' tatuados no rosto


Vítima afirma não lembrar de ter iniciado o processo 'artístico'

Um homem, no Reino Unido , que passou do ponto na bebedeira teve uma baita surpresa quando acordou: 'óculos' estavam tatuados em seu rosto. O caso pra lá de inusitado aconteceu em uma despedida de solteiro na cidade de Swansea, no Reino Unido.
O episódio ocorreu há cerca de dois anos, e após tantas zoações por parte dos amigos, o homem decidiu remover a tatuagem. "Eu não queria que [meus amigos e familiares] ficassem envergonhados por minha causa. Decidi — após dois anos — que iria remover a tatuagem", explicou ele.Ao "Daily Mail", a vítima da brincadeira definitiva informou que não lembrou de ter começado o procedimento "artístico" porque havia bebido demais. "Pensei que alguém tivesse desenhado os óculos com alguma canetinha", contou o homem que não quis revelar sua identidade.
Homem acordou com 'óculos' tatuado no rosto após noite de bebedeira
Reprodução Internet
Homem acordou com 'óculos' tatuado no rosto após noite de bebedeira

Ao todo foram seis sessões de remoção para que a tatuagem fosse completamente apagada. "Tudo o que posso dizer é que o processo todo foi maravilhoso". 
Tatuagem removida após algumas sessões
Reprodução
Tatuagem removida após algumas sessões
http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/2015-11-03/apos-bebedeira-homem-acorda-com-oculos-tatuado-no-rosto.html


WhatsApp para Android ganha recurso para favoritar mensagens de contatos

Recurso já está disponível na versão para iOS do WhatsApp

Recurso de sinalizar mensagens
Reprodução
Recurso de sinalizar mensagens "Starred Messages" chegou ao Android, extraoficialmente
Uma nova versão do WhatsApp para Android, 2.12.338, disponível apenas no site do WhatsApp por enquanto, traz um novo recurso ao popular aplicativo de mensagens. A partir de agora, os usuários do sistema operacional do Google poderão favoritar mensagens de qualquer contato e guardá-las em uma pasta única, como um arquivo. Por enquanto, a ferramenta chama Starred messages, algo como, Mensagens com estrela, e pode ser acessada por meio dos três pontinhos do lado superior direito da tela inicial.
Para favoritar um endereço ou mesmo uma mensagem de carinho de quem você gosta basta segurar em cima do texto, como se fosse copía-la. Com a mensagem selecionada, você verá o símbolo da estrela ao lado dos símbolos de Lixeira, Copiar e Encaminhar na parte superior do aplicativo. Para acessar todas as mensagens favoritadas basta voltar à tela inicial e clicar em Starred Messages para ver tudo que foi salvo. 
O recurso já está disponível oficialmente no aplicativo para o iOS com o nome de Mensagens Sinalizadas. Na Google Play, o app atualizado deve entrar em breve.
Baixe o WhatsApp pelo site
Para ter acesso a última versão do WhatsApp antes dela ser liberada na Google Play é preciso baixar o aplicativo direto do site. Para isso, o usuário deve ir antes às configurações do Android, no item Segurança, e permitir a instalação de aplicativos de fontes terceiras. Depois disso, no navegador do smartphone, basta entrar emwww.whatsapp.com/android e seguir os procedimentos para instalar o app. Com o programa instalado, o usuário terá acesso às novas funcionalidades, mas não às atualizações automáticas. Logo, vale mudar para a versão "oficial" do app assim que ela chegar na Google Play.
No Android, aplicativo reúne em uma tela única todas as mensagens marcadas com uma entrela
Reprodução
No Android, aplicativo reúne em uma tela única todas as mensagens marcadas com uma entrela
http://tecnologia.ig.com.br/2015-11-03/whatsapp-para-android-ganha-recurso-para-favoritar-mensagens-de-contatos.html


"Descobri o neonazista que me espancou trabalhando ao meu lado"

Matthew Boger vivia nas ruas quando foi atacado por gangue de skinheads; encontrou agressor no próprio trabalho, 25 anos depois, e juntos embarcaram em jornada de reconciliação.

Encarando o medo: Matthew Boger (à esq.) ao lado do homem que quase o matou, Tim Zaal
Facing Fear
Encarando o medo: Matthew Boger (à esq.) ao lado do homem que quase o matou, Tim Zaal
Começo dos anos 1980. Aos 13 anos, Matthew Boger vivia nas ruas de Los Angeles, nos EUA, expulso de casa por ser gay. Um dia ele foi atacado por rapaz mais velho chamado Tim Zaal, membro de uma gangue de skinheads neonazistas. Boger sobreviveu e conseguiu sair das ruas. Passados 25 anos, encontrou seu agressor no próprio trabalho, e ambos embarcaram em uma jornada única.
"Era uma noite normal para um garoto de rua", relembra Boger do dia em que foi agredido por Zaal. "Jogando fliperama, passeando com outros amigos da rua, sem muita preocupação", relembra Boger.
Do outro lado da cidade, a noite de Zaal já começara violenta, com confusão e polícia durante um show de hardcore. Quando ele chegou com sua turma na lanchonete Oakie Dogs, em West Hollywood, eles já estavam bêbados e loucos por uma briga. "Vi aqueles roqueiros moicanos, com roupas de couro. Pensei que eram punks. Vi que ia ter problema quando gritaram 'Olha lá as bichas' e vieram pela rua", relata Boger.
O grupo de skinheads se dividiu, e metade cercou o adolescente, que passou a ser alvo de um espancamento selvagem - socos e chutes com botas equipadas com chapas de metal no bico. "Meu instinto foi me jogar ao solo e me encolher, porque não tinha como me defender nem proteger", conta Boger. "Acho que o chutei umas quatro vezes, e que foi minha bota que o apagou", confessa Zaal, o agressor.
Em frente ao cenário do ataque em Los Angeles, Matthew Boger diz que seu instinto foi o de se jogar ao solo e se encolher
Facing Fear
Em frente ao cenário do ataque em Los Angeles, Matthew Boger diz que seu instinto foi o de se jogar ao solo e se encolher
Com porte de lutador, o ex-skinhead diz que naquela época a violência era "a única coisa que me fazia sentir bem por dentro". "Não quero minimizar minha responsabilidade, mas sei que aquilo me fazia sentir poderoso e no controle."
Semiconsciente, Boger viu os agressores se cumprimentando pelo ataque enquanto iam embora. "Pensei que queriam me matar. Voltei e não havia ninguém na lanchonete, ninguém havia pedido ajuda."
Ele conta sobre o trauma deixado pela agressão. "Por anos depois vivi invisível, com medo. Pensava: 'A sociedade me odeia, eles me odeiam, eu não valho nada, e essa minha vida será ficar na rua até morrer de um jeito ou de outro."
Zaal diz que houve "um rápido momento de remorso" após a agressão - que não durou muito. "Havia uma moça com a gente gritando que tínhamos matado aquele garoto. Mandamos ela se calar, ligamos o rádio e voltamos ao subúrbio onde nos escondíamos em conforto."
Maturidade e reencontro
Depois do episódio, Zaal se envolveu ainda mais com grupos racistas, até o dia em que percebeu que algo estava muito errado. "Eu tinha criado meu filho para ser racista. Quando você está nesses grupos de ódio é levado a acreditar que nossa tarefa é repovoar a terra com pequenos racistas. As primeiras palavras do meu filho foram 'mãe', 'pai' e ofensas racistas."
"E um dia no supermercado ele (o filho) soltou um abuso racista contra alguém. Aquilo teve um impacto porque fiquei envergonhado pelas pessoas em volta. E no outro dia decidi não me envolver mais com grupos racistas", relata.
Tim Zaal se arrependeu da atuação em grupos de ódio e passou a contar sobre sua experiência em palestras
Facing Fear
Tim Zaal se arrependeu da atuação em grupos de ódio e passou a contar sobre sua experiência em palestras
Zaal conta que sua regeneração foi um processo longo, que envolveu a separação da mulher e a saída de sua "zona de conforto". "Fui contra o que havia aprendido, e aprendi com pessoas de diferentes grupos étnicos, que me tratavam com respeito porque não tinham ideia do meu passado."
As décadas se passaram, Boger saiu das ruas e foi trabalhar como gerente de operações no Museu da Tolerância, em Los Angeles. E um dia ficou impressionado com uma apresentação sobre doutrinação e consciência, feita por um ex-neonazista.

"Matthew começou a perguntar como eu era, a cor do meu cabelo. E depois que a ficha caiu ficamos congelados, não sabíamos o que dizer. Foi estranho, cada um foi para seu lado", conta o antigo agressor."Meses depois sentamos para conversar sobre outra coisa. Tim disse que lembrava da lanchonete Oakie Dogs e citou histórias de quando era adolescente. Aí começamos a perceber quem era cada um", diz o ex-menino de rua.
Algum tempo depois, Zaal teve que fazer uma apresentação para um grupo coordenado por Boger e usou a ocasião para pedir desculpas. "Lembro daquele pedido de desculpas e de como pensava que não era suficiente. Tinha ódio, uma raiva por aquilo estar de volta na minha vida. Não queria dividir, ter que falar sobre aquilo. O que vou fazer? A resposta foi o que estávamos fazendo: trabalhando juntos, contando a história e tentando conscientizar as pessoas."
Hoje Matthew e Tim fazem apresentações em escolas pela Califórnia, e contam sua história em todo primeiro domingo do mês no Museu da Tolerância. Também protagonizaram o documentário Facing Fear, indicado ao Oscar em 2014 na categoria Melhor Documentário em Curta-metragem.
Amizade
A jornada dos dois, contudo, é de aprendizado permanente. "Muitas pessoas me perguntam se me perdoei, e a resposta é sim. Mas há dias em que acordo e sinto aquele turbilhão por dentro, e a melhor maneira de lidar com isso é dar um passo após o outro e tentar fazer o melhor. Passado é passado, hoje é hoje, futuro é futuro", afirma Zaal.
Hoje agressor e vítima dividem a experiência em conferências e conversas, e tiveram a história retratada em documentário
Facing Fear
Hoje agressor e vítima dividem a experiência em conferências e conversas, e tiveram a história retratada em documentário
Boger conta que o caminho até o perdão foi longo, levou muitas conversas com Zaal e reflexões pessoais. "Hoje temos uma amizade muito importante. Não saímos juntos ou jantamos, mas quando preciso de alguém para conversar, ou simplesmente me ouvir, ele está entre as três pessoas que ligo", diz. "Contamos um com o outro", completa Zaal.
Para o menino que quase morreu naquela noite em Los Angeles, há uma dificuldade particular no exercício de voltar ao passado. "A parte mais difícil quando contamos essa história é que sei quem é Tim e tenho que relembrar tudo. É extraordinário porque há emoções envolvidas. Sempre espero que as pessoas entendam quem Tim é hoje, e como ele é inspirador."