quarta-feira, 4 de novembro de 2015

Estado Islâmico insiste que abateu avião russo no Egito

O grupo extremista Estado Islâmico insistiu hoje (4) que provocou a queda do avião russo, no sábado, no Sinai (Egito), mas recusou-se a dar detalhes do incidente. Numa mensagem de áudio divulgada em sites extremistas, o grupo jihadista afirmou que divulgará detalhes do ataque quando achar conveniente e desafiou aqueles que duvidam do ataque a demonstrar o que aconteceu.

Foto: EFE
“Não temos qualquer obrigação de explicar como caiu. Levem os destroços e procurem, levem as caixa preta e analisem-nas e, depois, digam-nos o resultado da investigação”, afirmou uma voz masculina na gravação. “Provem que não o abatemos e como se despenhou. Daremos pormenores sobre como caiu no momento que escolhermos”, acrescentou. 

O grupo extremista indicou que o abate do avião ocorreu no 17º dia do mês Muharram do calendário lunar islâmico, primeiro aniversário da declaração de lealdade dos jihadistas egípcios ao Estado Islâmico. 

A filial egípcia do grupo extremista já tinha reivindicado no sábado (31) o abate do avião, que caiu com 224 pessoas a bordo, mas especialistas manifestaram dúvidas quanto à possibilidade de, àquela altitude, a aeronave ter sido atingida por um míssil disparado do solo. 

A investigação das causas do acidente, que provocou a morte a todos os ocupantes do avião, deverá demorar algum tempo. A análise das duas caixas pretas do aparelho, um Airbus A321 da companhia russa MetroJet, foi iniciada ontem (3) no Cairo. 

http://noticias.terra.com.br/mundo/africa/estado-islamico-insiste-que-abateu-aviao-russo-no-egito,c56fdfedafca135be4f74e60b387b326r8l4k960.html

Homem é linchado suspeito de abusar de menina de sete anos

Os vizinhos se armaram com paus, pedras, um martelo e uma roda de carro para assassinar o homem
Na noite dessa segunda (2), um homem, de aproximadamente 40 anos, foi linchado por cerca de 30 pessoas em Luziânia, Região Metropolitana do Distrito Federal. Ele é suspeito de ter mostrado as partes íntimas para uma menina de sete anos.
De acordo com informações do site O Popular, a criança contou para a mãe sobre o ocorrido, e esta comentou com alguns vizinhos. Indignados, eles se armaram com paus, pedras, um martelo e uma roda de carro. O homem foi assassinado na cozinha de sua residência.
Ainda segundo a publicação, na manhã desta terça (3), a vítima, sem documentos, ainda não tinha sido identificada. A Polícia Civil de Goiás investiga o caso.

Fonte: O Popular




PMs do Estado do Maranhão vivem em situações humilhantes.

      Estresse psicológico - Policial Militar, a profissão de risco. 


O Policial  Militar para o governo é como material descartável.
 
Mais de 70% dos Policias Militares, relatam que durante a sua história na Polícia Militar, sempre enfrentaram situações difíceis, o contato direto com os dois lados da história, vítimas e suspeitos, e além de outros serviços atribuídos ao policial, fez com que o nível de estresse o deixasse doente.

Nos quartéis, o assunto ainda é um tabu, mas, mesmo com resistência, começa a ser relatado pelos os próprios policiais e os resultados são preocupantes que a convivência com a violência crua tem reflexos sobre a saúde física e mental do Policial. 

Os sintomas se agravam a cada dia e não se ver uma preocupação, um estudo para  quantificar e qualificar este problema. Existem policiais que precisariam até mesmo de avaliação psiquiátrica porque já apresentam transtorno psicológico. Policiais com  níveis de  estresse altíssimos que a grande maioria  não tem ideia de que pode estar com depressão.
 
O depoimento que o blog irá publicar aqui é do Soldado Diego Paixão da Associação de Bacabal-MA (ASPOMMEM), recentemente transferido do seu local de trabalho para uma das cidades mais pobres e de  difícil acesso no Estado do Maranhão é o retrato do descaso por por parte do Governo.
 
Bom dia senhores, aqui quem vos fala é o Sd Diego Paixão da Associação de Bacabal-MA (ASPOMMEM).
Mais uma vez é chegado a hora de lutarmos pelos nossos direitos. Hoje estão tentando oprimir e calar a voz das Associação Militares, amanhã poderá ser a sua vez. Levantem-se e vamos mostrar que a nossa Polícia Militar é feita de homens e mulheres, honrados, corajosos, e determinados, disse Diego.

Pelos menos quatro militares foram transferidos nas últimas semanas, todos vítimas de perseguições por parte das autoridades do governo. Diego foi transferido para a cidade de Marajá do Sena e ainda como parte da punição terá que responder a vários procedimentos disciplinares pelo simples  fato de mostrar a cara e lutar por melhores condições de trabalho e valorização da classe militar.
 
A situação em que são obrigados a trabalhar no Destacamento da Policia Militar de Marajá do Sena é humilhante. O local é totalmente insalubre, sem água encanada, esgotos e fossa aberta passando no fundo do quintal, odor insuportável, banheiros sem condições de uso, colchões em péssimas condições, viatura quebrada há mais de três meses. E o mais grave: O único meio de transporte usado pelos militares é uma motocicleta e quando há a necessidade de conduzir envolvidos nas ocorrências, os PMs são obrigados a se deslocar para a cidade de Paulo Ramos, distante há 43 quilômetros infringindo ainda as leis  de trânsito, indo um Policial pilotando o conduzido e mais um PM na moto , isso  quando não há mais pessoas envolvidas quando são obrigados a se deslocarem para a beira da rodovia em busca de uma carona, situação de total humilhação. No local onde funciona o destacamento há uma ordem de despejo na justiça há mais de dois meses, além de que a alimentação, combustível e alojamento é tudo arcado pela prefeitura.
  
Esta é a  forma como o policial está sendo tratado tanto pelo Governo e Chefes Militares gerando um desequilíbrio completo do policial. É lamentável que na corporação militar e as autoridades ainda usam a tortura psicológica, o medo e a opressão para impor respeito e a obediência cega, quando se pode muito bem, com disciplina e hierarquia, impor respeito, sem medo.
 
A máxima e verdadeira é: Para mudar tem que participar. Assim acontece dentro de qualquer organização.  As Praças parecem ser usados como massa de manobra através de falsos benefícios por parte daqueles que através de uma logística muito bem arquitetada com ideologias dominantes e injustas que permitem ser enganados a fazer o que eles pensam como se fossem gado que os vaqueiros conduzem para onde querem. 

Infelizmente o que se vê hoje são grupos dentro de uma organização que age de acordo com suas próprias noções de justiça, ignorando o Estado de Direito. Conseguem fazer pressão com suas invasões arbitrárias no psicológico e ego das pessoas obrigando-os a apoiar o sistema opressor.
 
É lamentável que muitos assumem cargos e responsabilidades que não são deles, mais pela satisfação pessoal, pelas mentiras plantadas e pela vaidade exacerbada, se corrompem e viram oposição contra seus pares sendo refém das ameaças veladas, quando deveriam estar unidos, estimulando e nos fortalecendo, passam a ser vistos como grupos criados dentro da própria instituição com objetivo de desestimular e desmobilizar, vista como uma construção para desconstruir o que se deseja alcançar, seguindo uma linha auxiliar de direita para anular as ações em prol da categoria. Infelizmente, para um pequeno grupo dentro da instituição policial, As praças são tidos como iletrados, alienados, desprovido de entendimento e passíveis de serem dobrados.
 
Os governos parecem considerar o policial como um funcionário qualquer, deixando de observar que nenhuma função pública ou privada reúne tantos fatores estressantes como o trabalho policial: Exposição continuada às intempéries e à poluição ambiental, horários prolongados, salários indignos e miseráveis,  e ainda vivendo em permanente risco de vida.
 
 
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Quando vejo muitos  policiais que sofrem de alguma sequela, cujas doenças são inúmeras e muitos já descartados pela própria instituição, essas sequelas são partes do resultado da opressão e tratamento que sofreram durante o tempo militar, mesmo que não queiram admitir. Alguma coisa está errada em sua estrutura, mas as autoridades militares não querem enxergar. Preferem que o mal continue.
 
Em seus discursos, os militares, governos e as autoridades falam de uma instituição centenária que tem prestado grandes serviços à nação, mas não refletem e analisam que essa corporação precisa se alinhar e se renovar aos novos tempos, para melhor servir à sociedade que a mantém com tantos sacrifícios.
 
O policial precisa ser respeitado para respeitar, não com chibata.

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terça-feira, 3 de novembro de 2015

Menino de sete anos cuida de seu pai paralisado após mãe abandoná-los

A família vive em condições de pobreza e gastou todas as economias que possuía em tratamentos médicos para o pai. Mesmo nesta situação, a esposa de Tongming decidiu fugir com a filha mais nova, de apenas 3 anos de idade. Desde então, nunca mais se ouviu falar da mulher. Isso fez com que Ou Yanglin fosse o único familiar próximo ao pai paraplégico.
Há mais de um ano, Yanglin acorda todas as manhãs às 6h para dar comida ao pai antes de ir para a escola, aprendeu sozinho a cozinhar arroz e fazer compras no mercado local. Na hora do almoço ele corre de volta para casa para alimentar seu pai novamente.
(Reprodução/Daily Mail)(Reprodução/Daily Mail)
Tongming confessou que ele estava à beira do suicídio por tanto pensar no fardo que colocou em cima do filho devido à debilidade. Porém, ele achou melhor não deixá-lo sozinho.
"Eu não estava tão determinado a ponto de deixar meu garoto órfão", disse o homem em entrevista ao Shanghaiist.
Yanglin, que só agora começou a frequentar a primeira série, vasculha as ruas em seu caminho depois da aula para coletar algumas sucatas a fim de revendê-las e fazer algum dinheiro. Em média ele consegue recolher material suficiente para trocar por uma quantia de 20 yuans por dia. Fora isso, os dois sobrevivem graças a uma pensão destinada a pessoas em condições carentes, com objetivo de evitar pedidos de esmola pelas ruas.
(Reprodução/Daily Mail)(Reprodução/Daily Mail)
As circunstâncias chocantes da fuga da mãe são conhecidas pelos vizinhos da família, que têm se esforçado para oferecer ajuda sempre que possível dentro dos que eles conseguem, já que são igualmente pobres.
'Meu pai precisa de remédio, mas eu não tenho dinheiro ", disse Yanglin à mídia local.
Depois de voltar para casa a criança ainda ajuda a virar o seu pai na cama para que um remédio possa ser aplicado na parte de trás de seu corpo, com objetivo de evitar a formação de feridas devido aos longos períodos deitado.
Yanglin disse que mais do que qualquer outra coisa ele que ele espera "crescer rapidamente", a fim de conseguir ganhar dinheiro para curar as aflições de seu pai.
A história da família se espalhou e pessoas bondosas que se comoveram com as condições de vida do pai criaram um fundo de caridade em seu nome para oferecer ajuda financeira.
https://br.noticias.yahoo.com/blogs/super-incr%C3%ADvel/menino-de-sete-anos-cuida-de-seu-pai-paralisado-ap%C3%B3s-m%C3%A3e-abandon%C3%A1-los-145408520.html

Idoso entra na Justiça para poder se casar com seu 'filho adotivo'


Nino Esposito tem 78 anos e quer se casar com Roland Bosee, de 68. Antes disso, porém, terá que resolver um problema gigante: desfazer na Justiça a adoção de Bosee, que desde 2012 é seu “filho adotivo”.

A história começou como uma forma de burlar a lei. Era comum, nos Estados Unidos, que casais gays usassem a fórmula para que pudessem viver juntos e compartilhar direitos: um adotava o outro e ambos passavam a ter uma vida de casados.

Foi o que aconteceu com Nino e Roland em 2012. Os dois se conheceram ainda na década de 1970 e, desde então, estão juntos. Para driblar a lei, o primeiro adotou o segundo, pois, segundo eles mesmos, nunca chegaram a acreditar que o casamento gay fosse liberado.

“Nós simplesmente nunca pensamos, em nossas vidas inteiras, ou até em 20 vidas que poderíamos viver, que o casamento entre pessoas do mesmo sexo seria uma realidade, algo legal, aceito. Por isso esse procedimento de adoção”, explica Roland.

ReproduçãoReprodução


Acontece que, em 26 de julho deste ano, a Suprema Corte dos Estados Unidos legalizou o casamento entre duas pessoas do mesmo sexo. Assim sendo, Roland e Nino buscam agora uma forma de irem para a legalidade. Para isso, tentam desfazer a adoção.

No comando do caso está o juiz Lawrence J. O’Toole, que já afirmou em entrevistas recentes que está sensibilizado. Aconteceu que ele também afirmou que não tem nada que possa fazer no caso, uma vez que se trata de uma história de “pai e filho”. Por isso, os dois terão uma árdua luta pela frente.

A esperança para o casal pode estar nas decisões tomadas em todo o território norte-americano — eles vivem na Pensilvânia. Segundo Nancy Polikoff, professora de Direito, muitos Estados estão concordando em desfazer as adoções ao perceberem quão delicada é a situação.

Se conseguirem chegar ao ponto que desejam, os dois pretendem comemorar, é claro. Mas, enquanto o caso segue em andamento, vivem sua vida como sempre viveram — vítimas do preconceito que tentam se livrar dele a todo o custo. E, apesar da idade avançada, eles mantém algo que os impulsiona desde os anos 70: a esperança de igualdade.

https://br.noticias.yahoo.com/idoso-entra-na-justi%C3%A7a-para-poder-se-casar-com-seu--filho-adotivo-181145222.html

Jovem afegã é apedrejada até a morte por cometer adultério

Uma jovem afegã foi apedrejada até a morte por talibãs e chefes de guerra por tentar fugir com o seu amante, informaram hoje (3) as autoridades do Afeganistão. Um vídeo do incidente, confirmado como verdadeiro pelo governo provincial, circula nas redes sociais e foi divulgado natelevisão.O apedrejamento ocorreu "há cerca de uma semana" em Ghalim, área montanhosa e de deserto na província de Ghor, informou à agênciaFrance Press (AFP) a governadora Sima Joyenda, uma das duas mulheres que governam províncias do Afeganistão. No vídeo, vê-se uma jovem de pé, em um buraco aberto no chão, apenas com a cabeça de fora, enquanto um homem vestido de preto pega uma pedra e atira em sua direção. Em seguida, três homens atiram pedras. Um deles sugere à jovem que recite a shahada, a profissão de fé muçulmana. Abdul Hai Katebi, porta-voz da governadora, assegurou à AFP que as imagens são autênticas. A vítima “foi apedrejada até à morte por talibãs, por clérigos e chefes de guerra irresponsáveis”, reagiu Sima Joyenda, acrescentando que a jovem tinha entre 19 e 20 anos e foi casada contra a sua vontade. "Tinha fugido com outro homem da sua idade", explicou. A governandora condenou a morte e pediu ao governo central de Cabul que liberte a região do controle dos talibãs
http://noticias.terra.com.br/mundo/oriente-medio/afega-e-apedrejada-ate-a-morte-por-cometer-adulterio,0d9621f106b6329af7d30574c8cf90c38vutdol7.html
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Após bebedeira, homem acorda com 'óculos' tatuados no rosto


Vítima afirma não lembrar de ter iniciado o processo 'artístico'

Um homem, no Reino Unido , que passou do ponto na bebedeira teve uma baita surpresa quando acordou: 'óculos' estavam tatuados em seu rosto. O caso pra lá de inusitado aconteceu em uma despedida de solteiro na cidade de Swansea, no Reino Unido.
O episódio ocorreu há cerca de dois anos, e após tantas zoações por parte dos amigos, o homem decidiu remover a tatuagem. "Eu não queria que [meus amigos e familiares] ficassem envergonhados por minha causa. Decidi — após dois anos — que iria remover a tatuagem", explicou ele.Ao "Daily Mail", a vítima da brincadeira definitiva informou que não lembrou de ter começado o procedimento "artístico" porque havia bebido demais. "Pensei que alguém tivesse desenhado os óculos com alguma canetinha", contou o homem que não quis revelar sua identidade.
Homem acordou com 'óculos' tatuado no rosto após noite de bebedeira
Reprodução Internet
Homem acordou com 'óculos' tatuado no rosto após noite de bebedeira

Ao todo foram seis sessões de remoção para que a tatuagem fosse completamente apagada. "Tudo o que posso dizer é que o processo todo foi maravilhoso". 
Tatuagem removida após algumas sessões
Reprodução
Tatuagem removida após algumas sessões
http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/2015-11-03/apos-bebedeira-homem-acorda-com-oculos-tatuado-no-rosto.html


WhatsApp para Android ganha recurso para favoritar mensagens de contatos

Recurso já está disponível na versão para iOS do WhatsApp

Recurso de sinalizar mensagens
Reprodução
Recurso de sinalizar mensagens "Starred Messages" chegou ao Android, extraoficialmente
Uma nova versão do WhatsApp para Android, 2.12.338, disponível apenas no site do WhatsApp por enquanto, traz um novo recurso ao popular aplicativo de mensagens. A partir de agora, os usuários do sistema operacional do Google poderão favoritar mensagens de qualquer contato e guardá-las em uma pasta única, como um arquivo. Por enquanto, a ferramenta chama Starred messages, algo como, Mensagens com estrela, e pode ser acessada por meio dos três pontinhos do lado superior direito da tela inicial.
Para favoritar um endereço ou mesmo uma mensagem de carinho de quem você gosta basta segurar em cima do texto, como se fosse copía-la. Com a mensagem selecionada, você verá o símbolo da estrela ao lado dos símbolos de Lixeira, Copiar e Encaminhar na parte superior do aplicativo. Para acessar todas as mensagens favoritadas basta voltar à tela inicial e clicar em Starred Messages para ver tudo que foi salvo. 
O recurso já está disponível oficialmente no aplicativo para o iOS com o nome de Mensagens Sinalizadas. Na Google Play, o app atualizado deve entrar em breve.
Baixe o WhatsApp pelo site
Para ter acesso a última versão do WhatsApp antes dela ser liberada na Google Play é preciso baixar o aplicativo direto do site. Para isso, o usuário deve ir antes às configurações do Android, no item Segurança, e permitir a instalação de aplicativos de fontes terceiras. Depois disso, no navegador do smartphone, basta entrar emwww.whatsapp.com/android e seguir os procedimentos para instalar o app. Com o programa instalado, o usuário terá acesso às novas funcionalidades, mas não às atualizações automáticas. Logo, vale mudar para a versão "oficial" do app assim que ela chegar na Google Play.
No Android, aplicativo reúne em uma tela única todas as mensagens marcadas com uma entrela
Reprodução
No Android, aplicativo reúne em uma tela única todas as mensagens marcadas com uma entrela
http://tecnologia.ig.com.br/2015-11-03/whatsapp-para-android-ganha-recurso-para-favoritar-mensagens-de-contatos.html


"Descobri o neonazista que me espancou trabalhando ao meu lado"

Matthew Boger vivia nas ruas quando foi atacado por gangue de skinheads; encontrou agressor no próprio trabalho, 25 anos depois, e juntos embarcaram em jornada de reconciliação.

Encarando o medo: Matthew Boger (à esq.) ao lado do homem que quase o matou, Tim Zaal
Facing Fear
Encarando o medo: Matthew Boger (à esq.) ao lado do homem que quase o matou, Tim Zaal
Começo dos anos 1980. Aos 13 anos, Matthew Boger vivia nas ruas de Los Angeles, nos EUA, expulso de casa por ser gay. Um dia ele foi atacado por rapaz mais velho chamado Tim Zaal, membro de uma gangue de skinheads neonazistas. Boger sobreviveu e conseguiu sair das ruas. Passados 25 anos, encontrou seu agressor no próprio trabalho, e ambos embarcaram em uma jornada única.
"Era uma noite normal para um garoto de rua", relembra Boger do dia em que foi agredido por Zaal. "Jogando fliperama, passeando com outros amigos da rua, sem muita preocupação", relembra Boger.
Do outro lado da cidade, a noite de Zaal já começara violenta, com confusão e polícia durante um show de hardcore. Quando ele chegou com sua turma na lanchonete Oakie Dogs, em West Hollywood, eles já estavam bêbados e loucos por uma briga. "Vi aqueles roqueiros moicanos, com roupas de couro. Pensei que eram punks. Vi que ia ter problema quando gritaram 'Olha lá as bichas' e vieram pela rua", relata Boger.
O grupo de skinheads se dividiu, e metade cercou o adolescente, que passou a ser alvo de um espancamento selvagem - socos e chutes com botas equipadas com chapas de metal no bico. "Meu instinto foi me jogar ao solo e me encolher, porque não tinha como me defender nem proteger", conta Boger. "Acho que o chutei umas quatro vezes, e que foi minha bota que o apagou", confessa Zaal, o agressor.
Em frente ao cenário do ataque em Los Angeles, Matthew Boger diz que seu instinto foi o de se jogar ao solo e se encolher
Facing Fear
Em frente ao cenário do ataque em Los Angeles, Matthew Boger diz que seu instinto foi o de se jogar ao solo e se encolher
Com porte de lutador, o ex-skinhead diz que naquela época a violência era "a única coisa que me fazia sentir bem por dentro". "Não quero minimizar minha responsabilidade, mas sei que aquilo me fazia sentir poderoso e no controle."
Semiconsciente, Boger viu os agressores se cumprimentando pelo ataque enquanto iam embora. "Pensei que queriam me matar. Voltei e não havia ninguém na lanchonete, ninguém havia pedido ajuda."
Ele conta sobre o trauma deixado pela agressão. "Por anos depois vivi invisível, com medo. Pensava: 'A sociedade me odeia, eles me odeiam, eu não valho nada, e essa minha vida será ficar na rua até morrer de um jeito ou de outro."
Zaal diz que houve "um rápido momento de remorso" após a agressão - que não durou muito. "Havia uma moça com a gente gritando que tínhamos matado aquele garoto. Mandamos ela se calar, ligamos o rádio e voltamos ao subúrbio onde nos escondíamos em conforto."
Maturidade e reencontro
Depois do episódio, Zaal se envolveu ainda mais com grupos racistas, até o dia em que percebeu que algo estava muito errado. "Eu tinha criado meu filho para ser racista. Quando você está nesses grupos de ódio é levado a acreditar que nossa tarefa é repovoar a terra com pequenos racistas. As primeiras palavras do meu filho foram 'mãe', 'pai' e ofensas racistas."
"E um dia no supermercado ele (o filho) soltou um abuso racista contra alguém. Aquilo teve um impacto porque fiquei envergonhado pelas pessoas em volta. E no outro dia decidi não me envolver mais com grupos racistas", relata.
Tim Zaal se arrependeu da atuação em grupos de ódio e passou a contar sobre sua experiência em palestras
Facing Fear
Tim Zaal se arrependeu da atuação em grupos de ódio e passou a contar sobre sua experiência em palestras
Zaal conta que sua regeneração foi um processo longo, que envolveu a separação da mulher e a saída de sua "zona de conforto". "Fui contra o que havia aprendido, e aprendi com pessoas de diferentes grupos étnicos, que me tratavam com respeito porque não tinham ideia do meu passado."
As décadas se passaram, Boger saiu das ruas e foi trabalhar como gerente de operações no Museu da Tolerância, em Los Angeles. E um dia ficou impressionado com uma apresentação sobre doutrinação e consciência, feita por um ex-neonazista.

"Matthew começou a perguntar como eu era, a cor do meu cabelo. E depois que a ficha caiu ficamos congelados, não sabíamos o que dizer. Foi estranho, cada um foi para seu lado", conta o antigo agressor."Meses depois sentamos para conversar sobre outra coisa. Tim disse que lembrava da lanchonete Oakie Dogs e citou histórias de quando era adolescente. Aí começamos a perceber quem era cada um", diz o ex-menino de rua.
Algum tempo depois, Zaal teve que fazer uma apresentação para um grupo coordenado por Boger e usou a ocasião para pedir desculpas. "Lembro daquele pedido de desculpas e de como pensava que não era suficiente. Tinha ódio, uma raiva por aquilo estar de volta na minha vida. Não queria dividir, ter que falar sobre aquilo. O que vou fazer? A resposta foi o que estávamos fazendo: trabalhando juntos, contando a história e tentando conscientizar as pessoas."
Hoje Matthew e Tim fazem apresentações em escolas pela Califórnia, e contam sua história em todo primeiro domingo do mês no Museu da Tolerância. Também protagonizaram o documentário Facing Fear, indicado ao Oscar em 2014 na categoria Melhor Documentário em Curta-metragem.
Amizade
A jornada dos dois, contudo, é de aprendizado permanente. "Muitas pessoas me perguntam se me perdoei, e a resposta é sim. Mas há dias em que acordo e sinto aquele turbilhão por dentro, e a melhor maneira de lidar com isso é dar um passo após o outro e tentar fazer o melhor. Passado é passado, hoje é hoje, futuro é futuro", afirma Zaal.
Hoje agressor e vítima dividem a experiência em conferências e conversas, e tiveram a história retratada em documentário
Facing Fear
Hoje agressor e vítima dividem a experiência em conferências e conversas, e tiveram a história retratada em documentário
Boger conta que o caminho até o perdão foi longo, levou muitas conversas com Zaal e reflexões pessoais. "Hoje temos uma amizade muito importante. Não saímos juntos ou jantamos, mas quando preciso de alguém para conversar, ou simplesmente me ouvir, ele está entre as três pessoas que ligo", diz. "Contamos um com o outro", completa Zaal.
Para o menino que quase morreu naquela noite em Los Angeles, há uma dificuldade particular no exercício de voltar ao passado. "A parte mais difícil quando contamos essa história é que sei quem é Tim e tenho que relembrar tudo. É extraordinário porque há emoções envolvidas. Sempre espero que as pessoas entendam quem Tim é hoje, e como ele é inspirador."

sábado, 31 de outubro de 2015

Sargento admite erro em atirar e matar dois jovens em moto no Rio

Fábio Grellet - A Delegacia de Homicídios (DH) do Rio investiga a morte do mototaxista Thiago Guimarães Dingo, 24 anos, e de Jorge Lucas de Jesus Martins Paes, de 17, ocorrida no fim da tarde de quinta-feira, 29. Eles foram mortos por engano, conforme indicam as investigações, por um sargento da Polícia Militar (PM), que confundiu o macaco hidráulico que Paes segurava com uma arma.
 
De acordo com o que foi apurado até agora pela Polícia Civil, por volta das 17h de quinta-feira, a Kombi de um amigo da dupla teve um problema mecânico. Esse rapaz ligou para Dingo, a quem pediu que levasse um macaco até o lugar em que a perua havia quebrado, na Pavuna (zona norte). Dingo chamou Paes para irem ao local de motocicleta.

Na garupa, Paes carregava o equipamento. Na Rua Doutor José Thomas, uma equipe de PMs do 41º Batalhão (Irajá, na norte) realizava uma blitz. Quando a moto se aproximou, o sargento confundiu o macaco com uma arma e disparou um tiro de fuzil. A bala atingiu Paes, transfixou seu corpo e feriu o amigo, que perdeu o controle da moto. A seguir, o veículo chocou-se com um muro. Os dois morreram na calçada. Logo após o episódio, moradores da Pavuna protestaram e um ônibus foi incendiado. Ninguém se feriu nem foi preso.

Em depoimento na 39ª Delegacia de Polícia (DP), na noite de ontem, o sargento admitiu o erro. O caso passou à alçada da DH do Rio. Apesar da confissão, a polícia ainda investiga se a versão contada pelo sargento é verdadeira. A DH analisa imagens de câmeras da área onde ocorreu o crime. Quando o inquérito terminar, o policial militar deverá ser indiciado por homicídio doloso (intencional). A investigação ainda definirá se há circunstâncias qualificadoras ou atenuantes.

O comandante do batalhão do Irajá, coronel Marcos Netto, admitiu que o sargento errou ao atirar sem ter certeza da situação. "Ele não deveria atirar naquele momento, uma vez que não tinha certeza daquele cenário. A orientação é atirar somente quando houver uma identificação positiva daquilo que se deve fazer. Na dúvida, não se deve atirar", afirmou o oficial ao site G1.

Nesta sexta-feira, 30, à tarde, durante o enterro de Paes, no cemitério de Inhaúma, na zona norte, policiais militares que foram pedir desculpas à família chegaram a ser hostilizados. "Assassinos", gritaram familiares da vítima.

"Um militar veio pedir desculpas em nome da equipe e eu falei: `Amigo, não me leve a mal, não, mas eu não vou aceitar a sua desculpa. Não vou aceitar. Ele vai voltar? A punição do seu amigo, qual vai ser? Vai ficar preso um, dois, três, quatro meses, mas e depois?'", falou o pai de Dingo, Gilberto Lacerda.

"Uma pessoa que é orientada não tem como confundir. Isso aqui é um microfone, não é um revólver", afirmou Rita Luziê, mãe do adolescente, referindo-se ao aparelho usado pelos jornalistas.

http://noticias.bol.uol.com.br/ultimas-noticias/brasil/2015/10/30/sargento-admite-erro-em-atirar-e-matar-dois-jovens-em-moto-no-rio.htm

China avisa EUA: "pequeno incidente pode desencadear guerra"

O comandante Naval da China, almirante Wu Shengli, avisou o chefe das Operações Navais dos EUA, almirante John Richardson, que qualquer "ato perigoso e provocativo" da Marinha dos EUA poderia desencadear a guerra no Mar do Sul da China. 
Foto: Getty Images
"Se os Estados Unidos continuarem com esse tipo de ações perigosas e provocativas, certamente poderia aparecer uma situação séria e muito tensa entre as forças da linha de frente de ambos os lados no mar e no ar. Mesmo um pequeno incidente poderia desencadear a guerra". 

O comandante chinês fez a declaração durante uma teleconferência entre os almirantes dos EUA e China na quinta-feira (29). 

"Espero que o lado norte-americano aprecie as boas relações entre as marinhas da China e dos Estados Unidos, que não são fáceis de manter, e evite que esses tipos de incidentes aconteçam", disse Wu. 

Os dois oficiais da Marinha conversaram, depois que um navio de guerra norte-americano navegou dentro de 12 milhas náuticas de uma das ilhas artificiais de Pequim, no Arquipélago Spratly, apesar dos repetidos alertas da China de que tal ação ostensiva seria considerada uma provocação nas relações já tensas entre os dois países. 

A China considera as Ilhas Spratly como seu território e por isso considera que os EUA prejudicam a soberania e segurança do seu país. Os Estados Unidos dizem que vão continuar patrulhando as águas, se considerarem que isso está em conformidade com o direito internacional. 

Segundo afirmou Wu Shengli, as marinhas chinesa e norte-americana têm muito espaço para cooperação conjunta e devem "desempenhar um papel positivo na manutenção da paz e da estabilidade no mar do Sul da China". 

http://noticias.terra.com.br/mundo/asia/china-adverte-eua-que-um-pequeno-incidente-pode-desencadear-guerra,01087e20744cd053743eaa496474b1142ipbu70y.html

Facebook bloqueia links de rede social que paga pelo conteúdo dos usuários

Usuários que tentam compartilhar links do Tsu no Facebook recebem mensagem sobre suposta falha de segurança

Tsu
Reprodução
Tsu
Recentemente o Facebook começou a bloquear os links e menções ao Tsu, outra rede social que promete pagar para seus usuários pelo conteúdo que eles produzem e publicam.
Agora, quem tenta compartilhar links da rede social no Facebook recebe o seguinte alerta: “O conteúdo que vocês está tentando compartilhar inclui um link que nossos sistemas de segurança detectaram inseguro. Remova o link para continuar”.

Segundo o Huffington Post, o Facebook alega que o Tsu estava utilizando os recursos da rede social de Zuckerberg de maneira irregular e, por isso, teria sido bloqueado. Mas não é o que Sebastian Sobczak, fundador do Tsu, afirma.
Mensagem de alerta de segurança impede que usuário publique links do Tsu no Facebook
Reprodução
Mensagem de alerta de segurança impede que usuário publique links do Tsu no Facebook
De acordo com Sobczak, se o Tsu estivesse realmente violando qualquer tipo de limite técnico ou jurídico em relação às ferramentas oferecidas pelo Facebook, eles teriam recebido alertas sobre o problema — o que não teria acontecido.
"Nós fomos até excluídos do Facebook Messenger, e nem sequer utilizamos esse aplicativo integrado ao nosso serviço”, disse Sobczak ao portal americano.
O Tsu tem cerca de 4,5 milhões de usuários, enquanto o Facebook já passou de 1,5 bilhão. Portanto, é claro que o Tsu possui — ainda — uma base limitada e não ameaça atualmente o Facebook, mas isso não significa que a rede não seja um perigo para Zuckerberg.
Posts com links para a página de 50 Cent no Tsu foram deletados do Facebook
Reprodução
Posts com links para a página de 50 Cent no Tsu foram deletados do Facebook
Ainda que de forma lenta, o Tsu estava conseguindo migrar usuários do Facebook para ele e era divulgado por celebridades, como o rapper 50Cent. No entanto, com o recente bloqueio, até mesmo posts que já tinham sido publicados e que citavam a rede social foram deletados.

 No passado, quando outros serviços mostraram potencial para ameaçar o Facebook, a empresa teve, por via de regra, duas atitudes. Ou tentava comprá-los, como fez com Instagram e WhatsApp, ou lançava um serviço semelhante, como o aplicativo Slingshot, que possui os mesmo princípios do Snapchat. Apenas com o Tsu é que a reposta acabou sendo mais dramática.

http://tecnologia.ig.com.br/2015-10-30/facebook-bloqueia-links-de-rede-social-que-paga-pelo-conteudo-dos-usuarios.html

sábado, 24 de outubro de 2015

Menina de dois anos morre após disparo de pistola dentro de casa em SC.

Uma menina de 2 anos morreu por volta das 8h30 manhã desta quarta-feira (22) após tiro acidental em sua casa em Pinhal Preto, na zona rural de Campos Novos (a 350 km de Florianópolis, em Santa Catarina). Há suspeita de que o irmão mais velho, de 6 anos, possa ter dado o disparo acidentalmente, ao brincar com uma arma.

Segundo o boletim de ocorrência, o pai de menina (a identidade não foi revelada), que trabalha na produção de leite e não tinha porte de arma, escutou um barulho estranho durante uma noite, fora da casa, e ficou assustado.

Para se prevenir, carregou sua arma de calibre 28 e guardou atrás da cama. No dia seguinte, ele e a esposa saíram cedo para ordenhar os animais e deixaram as duas crianças em casa.

Por volta das 8h30, eles teriam escutado um disparo vindo de dentro da residência. Quando retornaram, encontraram o menino mais velho agitado, correndo de um lado para o outro, e a menina deitada na cama sem vida.

"Ainda não dá para saber como ocorreu o disparo: se a menina se machucou sozinha ou se o irmão maior disparou acidentalmente. O garoto está muito abalado ainda e, no pouco que conseguiu falar, disse que estava no banheiro na hora disparo. Vamos aguardar os laudos periciais que  podem colaborar para avaliar como ocorreu, mas, juridicamente, não faz diferença", explicou o delegado Adriano Almeida, responsável pelo caso.

Almeida informou que um inquérito foi aberto ainda na tarde de ontem, e os pais e os vizinhos que prestaram socorro já foram ouvidos. O pai foi detido temporariamente sob acusação por homicídio culposo e porte ilegal de armas. Pagou o valor da fiança e foi liberado. O casal permanece com a guarda do menino.

http://noticias.bol.uol.com.br/ultimas-noticias/brasil/2015/10/23/menina-de-dois-anos-morre-apos-disparo-de-pistola-denro-de-casa-em-sc.htm

Cunha tentou impedir envio de provas de contas na Suíça


© Fornecido por Notícias ao Minuto
 
O presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e a mulher Cláudia Cruz tentaram impedir a transferência do dinheiro bloqueado e das provas sobre as contas deles da Suíça para o Brasil. O objetivo da manobra era dificultar o andamento das investigações sobre o mesmo assunto aqui no país. Segundo O Globo, o casal entrou com um recurso na Câmara de Apelação Criminal do Tribunal Federal da Suíça para bloquear o repasse dos documentos do Ministério Público suíço para a Procuradoria-Geral da República no Brasil.

Em contradição ao depoimento à CPI da Petrobras, no dia 12 de março, Cunha disse que não mantinha contas bancárias no exterior. Conforme informações do Globo, a tentativa do presidente da Câmara e da sua mulher de barrar a investigação no Brasil a partir de recurso no exterior não produziu o resultado esperado.

O pedido ainda não foi julgado, além de serem remontas as chances de que o deputado e a mulher tenham sucesso. A legislação suíça não permitem a estrangeiros expedientes específicos para bloquear remessas de documentos relacionados a investigações criminais de âmbito internacional, informou O Globo.

Para piorar ainda mais a vida do presidente da Câmara, O Globo informa que a Suíça já mandou os documentos para Procuradoria-Geral e a expectativa é que faça o mesmo com o dinheiro bloqueado nas contas de Cunha e da mulher. Os valores bloqueados somam a quantia aproximada de R$ 10 milhões. De acordo com O Globo, os documentos suíços deram origem a mais um inquérito contra Eduardo Cunha no STF por corrupção passiva, lavagem de dinheiro e sonegação fiscal.

http://www.msn.com/pt-br/noticias/brasil/cunha-tentou-impedir-envio-de-provas-de-contas-na-su%C3%AD%C3%A7a/ar-BBmnG21?li=AAaB4xI