O senador cassado Delcídio do Amaral presta depoimento hoje (3), às
14h, em Curitiba ao juiz federal Sérgio Moro, na ação penal que
investiga o ex-ministro Antônio Palocci, o empreiteiro Marcelo Odebrecht
e mais 13 pessoas. Delcídio é testemunha de acusação no processo, onde
os réus foram denunciados pelos crimes de corrupção e lavagem de
dinheiro.
O ex-senador Delcídio do Amaral
Foto: Agência Brasil
Em delação premiada feita em outubro do ano passado, Delcídio detalhou a
suposta atuação do ex-ministro no relacionamento entre empresários e o
governo federal à época do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Segundo o senador cassado, Palocci teria a missão de fazer a ponte entre
o governo e os empresários para beneficiar campanhas políticas.
"Antônio Palocci era como se fosse o software do Partido dos
Trabalhadores (PT), enquanto João Vaccari Neto e José Di Filipi eram
hardware, ou seja, executores daquilo que Palocci pensava e
estruturava", afirmou aos procuradores.
Além de Delcídio, também prestam depoimento nesta sexta-feira a
ex-funcionária da Odebrecht Maria Lúcia Guimarães Tavares, o ex-gerente
da Petrobras Pedro Barusco e o engenheiro Zwi Skornicki. Todos assinaram
acordo de delação premiada e têm a obrigação de contar o que sabem.
De acordo com a denúncia do Ministério Público Federal, Palocci e a
Construtora Odebrecht teriam estabelecido um "amplo e permanente esquema
de corrupção" entre 2006 e 2015.
A defesa de Palocci nega as acusações. O ex-ministro foi apontado pelos
investigadores como o "italiano" - nome que aparece na planilha da
Odebrecht -, mas o advogado José Roberto Batocchio rebate, garantindo
que o apelido não se refere ao ex-ministro.
Policiais isolam o museu do Louvre, em Paris - AFP
Policiais e militares são alvos privilegiados pelos
extremistas islâmicos e já foram atacados em várias ocasiões na França
desde 2012.
Em Paris, em 3 de fevereiro de 2017, um militar da operação
Sentinelle de monitoramento dos locais sensíveis na França atira e fere
gravemente um homem que tentava atacá-lo com um facão perto do museu do
Louvre após gritar ‘Allah é grande’. O agressor foi ferido na barriga e o
militar sofreu um ferimento leve no couro cabeludo.
Um policial foi morto a facadas na noite de 13 de junho de 2016, em
frente a sua casa em Magnanville, na região de Paris. O agressor se
escondeu na casa antes de ser morto pela unidade de elite da polícia, o
Raid, que logo depois encontrou no interior da residência o corpo da
esposa do policial e o filho do casal, de três anos de idade, ileso.
O ataque foi reivindicado pelo grupo Estado Islâmico (EI) e uma
agência próxima da organização extremista o descreveu como “um
combatente do EI”.
Um homem armado com um cutelo e um cinto explosivo falso foi morto
depois de gritar “Allah é grande” ao se aproximar de uma delegacia de
polícia no norte de Paris. Ele carregava uma reivindicação manuscrita em
árabe, na qual prometia lealdade ao líder do EI, Abu Bakr al-Baghdadi.
Em Nice (sudeste), três militares de guarda em frente a um centro comunitário judeu são agredidos.
O autor do ataque com faca, Moussa Coulibaly, foi preso. Ele expressou seu ódio à França, à polícia, aos militares e aos judeus.
Em 8 de janeiro de 2015, Amédy Coulibaly, um criminoso conhecido da
justiça e islamita, matou um policial municipal em Montrouge, no
subúrbio sul de Paris, antes de tomar como refém no dia seguinte os
clientes e funcionários de um supermercado kosher na capital francesa,
matando quatro deles, todos judeus.
Ele foi morto algumas horas mais tarde pela polícia, juntamente com
os irmãos Chérif e Said Kouachi, autores do massacre de 7 de janeiro na
redação da revista satírica Charlie Hebdo (12 mortos, incluindo dois
policiais).
Um homem de cerca de vinte anos agrediu em 20 de dezembro de 2014
policiais com uma faca gritando “Allah é grande”, na delegacia de
Joué-lès-Tours, no centro-oeste do país, antes de ser morto.
Um militar foi atacado em 25 de maio de 2013 a facadas no distrito
empresarial de La Défense, a oeste de Paris, por Alexander Dhaussy, de
22 anos, convertido ao Islã.
Preso alguns dias depois, ele reconheceu ter agido em nome de sua
ideologia religiosa. Mas foi declarado irresponsável pela Justiça em
novembro de 2015 em razão de transtornos psiquiátricos e hospitalizado
sem ser julgado.
Um islamita, Mohamed Merah, assassinou em março de 2012 no sudoeste
da França, em nome da jihad, três militares, incluindo dois muçulmanos,
antes de atacar uma escola judaica, matando três crianças e um
professor. Ele foi morto pela polícia em 22 de março.
James Mattis (E) durante reunião com o primeiro-ministro japonês Shinzo Abe em Tóquio - pool/AFP
O secretário de Defesa dos Estados Unidos, James Mattis,
reafirmou nesta sexta-feira o compromisso total de Washington com a
segurança do Japão e da Coreia do Sul ante a ameaça nuclear
norte-coreana.
Um ataque nuclear da Coreia do Norte receberia uma resposta “efetiva e
esmagadora”, disse Mattis em Seul, na primeira viagem ao exterior de um
alto funcionário americano desde a posse de Donald Trump.
Ao desembarcar horas depois em Tóquio e em uma reunião com o
primeiro-ministro Shinzo Abe, Mattis deixou claro o apoio dos Estados
Unidos ao Japão.
“Nós permanecemos de maneira firme, 100%, ombro a ombro, com você e
com o povo japonês”, disse Mattis a Abe, reafirmando a vigência do
artigo 5 do tratado mútuo de defesa que compromete Tóquio e Washington a
rejeitar qualquer ataque em território japonês ou sob administração
japonesa.
Donald Trump havia sugerido a retirada dos soldados americanos do sul
da península coreana e do arquipélago japonês, caso os dois países não
aumentassem de forma significativa sua contribuição financeira.
O chefe do Pentágono também se reunirá com o ministro japonês da Defesa, Tomomi Inada.
O primeiro-ministro Abe viajará na próxima semana a Washington para um encontro com Trump
Em Seul, Mattis, que em 1972 viajou pela primeira vez a Coreia do Sul
como coronel do exército, adotou uma posição mais sintonizada com a
diplomacia americana.
Pyongyang permanece como uma ameaça, em seus discursos e atos, recordou o secretário de Defesa.
“Qualquer ataque contra os Estados Unidos, ou contra nossos aliados,
será derrotado, e qualquer uso de armas nucleares comportará uma
resposta que será efetiva e esmagadora”, garantiu Mattis à imprensa
antes de uma reunião com seu colega sul-coreano, Han Min-Koo.
Mattis visitou Seul para “destacar o compromisso prioritário dos
Estados Unidos em nossa aliança bilateral” e deixar claro o “completo
compromisso” do governo Trump de defender a democracia da Coreia do Sul,
insistiu.
A Coreia do Norte realizou dois testes nucleares e uma série de
lançamentos de mísseis no ano passado, o que gerou temores entre os
países da região.
– Escudo antimísseis americano –
Analistas acreditam que o regime de Pyongyang fez grandes progressos
para alcançar sua meta: atingir o continente americano com mísseis.
O dirigente norte-coreano Kim Jong-Un afirmou em janeiro que o país
está nas “etapas finais” antes do teste de um míssil balístico
intercontinental (ICBM).
No Twitter, Trump respondeu: “Isto não vai acontecer”.
Antes de deixar Seul, Mattis depositou flores no túmulo do soldado
desconhecido, que visitou ao lado de centenas de veteranos da Guerra da
Coreia (1950-1953).
Atualmente, 47.000 soldados americanos estão mobilizados no Japão e 28.500 na Coreia do Sul.
Na quinta-feira, Mattis e o primeiro-ministro sul-coreano, Hwang
Kyo-Ahn, concordaram em trabalhar para a instalação do sistema
antimísseis americano THAAD, apesar da oposição veemente da China.
Seul aceitou a instalação do sistema em fevereiro de 2016, após o
anúncio de Pyongyang de um lançamento de foguete, mas ainda não decidiu o
local exato.
A China, que considera que o THAAD afetará a sua segurança e
aumentará o risco de conflito na região, decretou uma série de medidas
consideradas pela Coreia do Sul como sanções.
O Hospital Sírio-Libanês desligou de seus quadros a médica
Gabriela Munhoz, suspeita de divulgar em redes sociais resultados de
exames da ex-primeira-dama Marisa Letícia Lula da Silva. O Conselho
Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp) abriu uma
sindicância para apurar se houve violação ao Código de Ética por parte
da profissional ou participação de médicos em supostas ofensas contra a
mulher do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Segundo o jornal O Globo, Gabriela, de 31 anos, formada pela
Universidade Federal do Mato Grosso do Sul, divulgou no grupo do
WhatsApp de ex-colegas da faculdade detalhes sobre o diagnóstico da
ex-primeira-dama. A partir daí, a informação se espalhou por outros
grupos em alguns dos quais médicos fizeram ofensas à mulher de Lula.
“O Sírio-Libanês tem uma política rígida relacionada à
privacidade de todos os seus pacientes e repudia a quebra do sigilo de
pacientes por qualquer profissional de saúde. Por não permitir esse tipo
de atitude entre seus colaboradores, a instituição tomou as medidas
disciplinares cabíveis em relação à médica, assim que teve conhecimento
da troca de mensagens”, disse o hospital, em nota.
Outro caso
Este é o segundo vazamento de resultados de exames de Marisa
Letícia em redes sociais. Na semana passada, o hospital Assunção, em São
Bernardo do Campo, onde a ex-primeira-dama recebeu o primeiro
atendimento depois de sofrer um Acidente Vascular Cerebral (AVC),
afastou preventivamente todos os profissionais que participaram do
procedimento e abriu sindicância para apurar a divulgação de vídeo e
foto da tomografia à qual ela foi submetida.
O Cremesp também instaurou um procedimento para averiguar o caso.
O Código de Ética Médica proíbe a divulgação de informações sem
consentimento do paciente ou de seus familiares. A quebra do sigilo
médico é considerada infração grave. Segundo o Cremesp, o resultado das
sindicâncias deve ser conhecido em até seis meses.
“O exercício da medicina deve respeitar e preservar todos os
aspectos do doente: físico, emocional e moral, transcendendo tabus,
crenças e preconceitos, em nome da fidelidade ao compromisso de tratar e
cuidar de todos, sem qualquer distinção. Sob o juramento hipocrático e
os princípios fundamentais da medicina, todo médico deverá ‘guardar
absoluto respeito pelo ser humano e atuar sempre em seu benefício.
Jamais utilizará seus conhecimentos para causar sofrimento físico ou
moral, para o extermínio do ser humano ou para permitir e acobertar
tentativa contra sua dignidade e integridade'”, diz a entidade.
Amigos da família de Marisa Letícia lamentaram os vazamentos. A
reportagem não conseguiu localizar a médica Gabriela Munhoz nesta
quinta-feira, 2. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Quando as pessoas começaram a dizer, no ano passado, que Donald Trump se candidataria à Presidência dos Estados Unidos, Sarah pensou que era uma piada, nada para ser levado a sério.
Canadá e Nova Zelândia estão entre opções que vêm sendo pesquisadas por insatisfeitos com o novo presidente.
Mas, no dia 8 de novembro de 2016, Trump foi eleito.
Sarah, que pediu para não ter seu sobrenome divulgado por questão de segurança, ligou para o marido imediatamente. Ele estava fora do país em uma viagem de negócios.
"Acabou. Quero ir embora. E não estou brincando", disse Sarah. "Eu sei. Podemos ir", respondeu o marido.
Agora, em janeiro de 2017, Sarah, de 43 anos, seu marido, de 45, e as duas filhas se despediram de sua pequena cidade no Meio-Oeste americano, onde moraram durante três anos e meio.
Eles vão reconstruir a vida em um país a milhares de quilômetros de distância e não têm planos para voltar.
Durante as eleições mais disputadas da história americana, surgiram muitas conversas em escritórios, restaurantes, cafés e na imprensa com pessoas afirmando que abandonariam os Estados Unidos caso Trump ganhasse.
No dia seguinte da chamada "Superterça", no início de março, quando 12 Estados americanos votaram nas primárias republicanas, o Google anunciou que as buscas usando a frase "mudar para o Canadá" foram bem mais numerosas do que em qualquer outro momento da história do site.
Mas, depois da vitória de Trump nas eleições, muitas pessoas - incluindo nomes famosos como a comediante Amy Schumer e a cantora Miley Cirus - desistiram das promessas de sair do país. Alguns porque não podiam sair mesmo, outros porque decidiram ficar e enfrentar a situação.
Outros disseram que tinham feito "uma piada" quando prometeram sair dos Estados Unidos.
Americana relatou que teme aumento da xenofobia após eleição de Trump
Foto: Getty Images
Mas há pessoas que partiram, que estão fazendo planos para ir embora ou, em alguns casos, estão adiando os planos de voltar ao país depois de viver no exterior.
'Sem opções'
Para Sarah e sua família, não parecia haver outra opção.
Ela contou que gostaria de "ficar e lutar", mas a segurança de sua família e a possibilidade de permanecerem juntos eram prioridade.
O marido de Sarah não é americano, não tem residência no país e trabalha muito no exterior. As crianças têm dupla cidadania, a americana e a do pai. Sarah é cidadã americana com residência permanente nos dois países.
Quando o marido dela entra nos Estados Unidos, tem que solicitar um visto temporário.
"É uma espécie de loteria, ele pode não se dar bem com alguém (na imigração) e essa pessoa pode acabar não o deixando entrar no país. Com as mudanças no novo governo, isto fica um pouco mais assustador", explicou.
Sarah acredita que sua família tem sorte, já que tem os meios e a oportunidade de sair do país.
Mas ela se preocupa com a mensagem que está passando para suas filhas.
"Que tipo de exemplo estou dando ao pegar minhas coisas e ir embora quando há tanta gente que não pode fazer isso? Quem vai ficar aqui para protegê-los e lutar por eles?", questiona.
Sarah explica que fica triste em deixar os amigos para trás, mas eles apoiaram a decisão.
Muitos disseram que gostariam de ir embora também. Todos entendem sua decisão, principalmente, seu pai, que votou em Trump.
"Quem não entende fala 'pode ir'. E isso é exatamente o que vamos fazer, pois não quero criar duas filhas em um lugar onde não me sinto segura e onde estou colocando a segurança delas em risco."
Mudanças
Para Cori Carl e sua esposa, Casey Daly, não era uma questão de esperar para ver quem seria eleito presidente.
"(Mesmo) Antes de Trump ser candidato, minha esposa e eu sentimos que estava surgindo uma reação contra as conquistas de Obama e dos liberais nos últimos oito anos", explicou Carl.
A família então começou a ver opções fora dos Estados Unidos.
"Decidimos que queríamos mudar para o Canadá", disse Carl. E, em janeiro de 2016, eles saíram do Brooklyn, em Nova York, para Toronto.
Carl trabalha como consultor de comunicações, à distância. E Daly é analista em uma multinacional com escritórios na América do Norte e Europa.
Muitos afirmaram que preferiam ficar no país e lutar
Foto: Getty Images
Depois de trabalhar na empresa durante dez anos, conseguiu uma transferência para o escritório de Toronto.
Mas Carl alerta que muitos têm uma ideia errada sobre esse processo, sobre quem pode e quem não pode ir para o Canadá.
"Ou você atende os requisitos para se mudar para o Canadá ou não. É bem claro, já que está baseado em um sistema de pontos", explica.
A melhor situação possível é se você tem menos de 35 anos, boa formação acadêmica, é um jovem profissional ou ocupa um cargo de gerência.
Se este for o caso, "suas possibilidades são excelentes", afirmou Carl.
"Você não precisa de uma oferta de emprego, mas vai precisar comprovar que tem algumas economias para se manter lá enquanto procura trabalho."
O casal conta que quer ajudar outros que poderiam ter mais problemas que eles para se mudar e que já se deram por vencidos.
E, para isso, lançaram um site para ajudar as pessoas que estão tentando se mudar dos Estados Unidos para o Canadá.
Os acessos ao site cresceram 300% em novembro e, segundo Carl, "aumentam cada vez que Trump tuíta sobre algo que incite o ódio". Eles também escreveram o livro Mudando para o Canadá , publicado pouco depois da eleição.
Níveis de interesse
A advogada Marisa Feil, especializada em imigração canadense, contou que tem um cliente que deixou seu emprego nos Estados Unidos depois da eleição, aceitando um cargo similar ao que tinha em uma empresa filiada no Canadá.
No entanto, ela conta que a maioria das pessoas que entraram em contato com ela queria fazer consultas e nenhuma delas se mudou de fato.
A advogada diz que a maior dúvida das pessoas é se é necessário ter uma proposta de emprego para poder imigrar para o país ou obter um visto de trabalho.
"A maioria dos americanos se assusta ao descobrir que não pode se mudar somente levando em consideração seu nível de educação e experiência profissional. O Canadá tem um sistema em que é preciso alguma conexão com o país, seja em forma de uma oferta de emprego ou tendo um familiar vivendo lá que possa ajudar a encontrar um trabalho".
Do outro lado do planeta
Houve aumento nas buscas na internet sobre como se mudar para o Canadá
Foto: Getty Images
Outro site que viu sua audiência disparar após a eleição americana foi o New Zealand Shores, que trata do processo de imigração para a Nova Zelândia. O aumento nos acessos foi de 600%, segundo Sarah Crome, especialista no assunto, que tem uma agência de imigração no país.
Nem todos mencionam o nome de Trump como razão para querer deixar o país, diz Crome. Falam da "situação política" em geral.
"Muitos dos clientes também não queriam Hillary Clinton".
A empresa atualmente tem cerca de 150 casais e famílias americanas como clientes, um número mais alto que no ano passado.
"Atualmente, a Nova Zelândia é um país atraente para eles", diz Sarah.
Pensando duas vezes antes de voltar
Para Galina, uma novaiorquina que vive na Austrália e trabalha na administração de propriedades, a vitória de Trump significou o adiamento dos seus planos de voltar para os EUA.
"Não vou voltar até estar certa de que vai restar alguma coisa dos Estados Unidos", explicou.
Galina, que simpatizava com Bernie Sanders - principal rival de Hillary Clinton na disputa pela indicação do Partido Democrata à Presidência -, pediu que seu sobrenome não fosse divulgado por considerar sua decisão delicada.
"Não creio que Trump vá ser um bom presidente, muito menos um presidente que garanta segurança. Estou preocupada que ele acabe com o país, irritando as pessoas erradas e começando uma verdadeira guerra mundial ou um ataque terrorista", disse.
"Ele também prejudica a imagem dos Estados Unidos".
Ela cita o sistema de saúde pública, a falta de armas, a educação gratuita e os salários mais altos como bons motivos para ficar na Austrália por enquanto.
Cidadania europeia
Já Marisa, que é casada, tem dois filhos e vive no sul dos EUA, conta que está pedindo a dupla cidadania no país europeu onde seus avôs nasceram.
Seu avô foi residente permanente nos EUA mas nunca se naturalizou americano.
Ela está preocupada com as pessoas que Trump escolheu para formar o seu governo e a possibilidade de restrições de direitos no país.
Marisa também teme viver em um lugar onde o racismo e a xenofobia se manifestam agora abertamente.
Onde mora, ouve pessoas dizendo que Trump é o presidente que vai mandar os imigrantes embora e colocar as pessoas "no seu devido lugar". Mas a linguagem que usam é bem ofensiva, conta Marisa, que também pede para não dizer o sobrenome.
Seu irmão mais velho, diz, já conseguiu a dupla cidadania. Ninguém tem planos imediatos de mudança, mas Marisa explica que o irmão já começou a procurar trabalho na Europa e avisa que logo vai fazer o mesmo.
Para Sarah, a mudança não é algo que ela e a família tivessem planejado. Ela diz que está "totalmente desanimada" e que sempre pensou que criaria as duas filhas nos EUA.
"Mas preciso protegê-las", afirma. "Não posso ficar aqui quando tenho a opção de ir embora".
Resultado sai na segunda-feira (6); na próxima semana começam as inscrições para o Fies.
As inscrições para a edição do primeiro semestre do Programa Universidade para Todos (Prouni) teminam às 23h59 desta sexta-feira (3), pelo site http://siteprouni.mec.gov.br. O resultado será divulgado na próxima segunda-feira (6).
O Prouni distribui bolsas de estudo totais e parciais na rede
particular de ensino superior de acordo com o desempenho no Exame
Nacional do Ensino Médio (Enem)
e leva em conta a situação socioeconômica da família do candidato. É
uma alternativa para quem não conseguiu uma vaga na rede pública de
ensino superior por meio do Sistema de Seleção Unificada (Sisu). Também ainda há a opção de aderir a lista de espera até as 23h59 (horário de Brasília) do dia 10 de fevereiro.
No total, são oferecidas 214.110 bolsas de estudos na rede particular
de ensino superior pelo Prouni. É possível pesquisar a oferta de bolsas
pelo site http://prounialuno.mec.gov.br//consulta/publica
filtrando por nome do curso, insitituição ou município. Para disputar
as bolsas é necessário preencher solicitação com senha e número de
inscrição na edição 2016 do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).
Financiamento Estudantil (Fies)
Inscrições: 7 a 10 de fevereiro
Para que serve: Sistema on-line que reúne vagas de financiamento estudantil em cursos de graduação em universidades particulares.
Como funciona:
Os estudantes que já estão matriculados em cursos de instituições
participantes podem pleitear um contrato de financiamento estudantil
custeado pelo governo federal.
Número de vagas: Ainda não foi divulgado pelo MEC. O ministro da Educação, Mendonça Filho, porém, garantiu que o número de novos contratos do Fies no ano de 2017 deverá ser pelo menos o mesmo que em 2016.
Dúvidas
O MEC orienta se o candidato tiver dificuldades para se inscrever deve ligar para o 0800-616161.
Presidente
e comitiva de senadores e ministros foram hostilizados por um grupo de
manifestantes ao chegarem ao Hospital Sírio-Libanês.
O presidente Michel Temer (PMDB) chegou a São Paulo na noite desta
quinta-feira (2) para visitar o ex-presidente Lula no hospital
Sírio-Libanês, na região central, onde a ex-primeira-dama dona Marisa
Letícia está internada desde o dia 24. Ao entrarem no hospital, Temer e
comitiva foram hostilizados por um grupo de manifestantes.
O presidente Michel Temer (PMDB) chegou a São Paulo na noite desta
quinta-feira (2) para visitar o ex-presidente Lula no hospital
Sírio-Libanês, na região central, onde a ex-primeira-dama dona Marisa
Letícia está internada desde o dia 24. Ao entrarem no hospital, Temer e
comitiva foram hostilizados por um grupo de manifestantes.
Temer desembarcou no Aeroporto de Congonhas acompanhado de José Sarney
(PMDB), ex-presidente da República; Henrique Meirelles, ministro da
Fazenda; José Serra (PSDB), ministro de Relações Exteriores; Eliseu
Padilha, ministro-chefe da Casa Civil; Eunício Oliveira (PMDB), novo
presidente do Senado; Helder Barbalho (PMDB), ministro da Integração
Nacional, e dos senadores Renan Calheiros (PMDB), Eduardo Braga (PMDB),
Edison Lobão (PMDB) e Cassio Cunha Lima (PB).
A assessoria da Presidência informou que às 23h20 a comitiva já havia deixado o hospital.
O deputado federal Andrés Sanchez (PT) e o governador do Piauí,
Wellington Dias (PT), chegaram ao hospital logo após a comitiva de
Temer. O vereador Eduardo Suplicy (PT) também esteve no local nesta
noite.
Em Brasília houve um minuto de silêncio no Congresso por dona Marisa
Letícia. O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, deu pêsames à família do
ex-presidente Lula. A ex-presidente da República Dilma Rousseff divulgou
nota de pesar: “Estamos juntos, presidente Lula, agora e sempre”.
O percentual de estudantes com aprendizado adequado no Brasil aumentou
do ensino fundamental ao ensino médio, de acordo com dados divulgados
hoje (18) pelo movimento Todos pela Educação. Persiste, no entanto, um
gargalo em matemática, no terceiro ano do ensino médio. Ao deixar a
escola, apenas 7,3% dos estudantes atingem níveis satisfatórios de
aprendizado. O índice é menor que o da última divulgação, em 2013,
quando essa parcela era 9,3%.
Segundo o movimento Todos pela Educação, índice de estudantes
com aprendizado adequado aumentou, mas ainda há um gargalo em matemática
-
Foto: Agência Brasil
O índice é ainda menor quando consideradas apenas as escolas públicas.
Apenas 3,6% têm aprendizado adequado, o que significa que 96,4% não
aprendem o esperado na escola. "É algo muito frustrante. A gente não
está conseguindo avançar na gestão da política pública educacional", diz
a presidente executiva do movimento, Priscila Cruz. "Matemática é uma
disciplina cujo aprendizado é muito mais dependente da escola. Se não
aprendeu na escola, não aprende na vida. Diferentemente de leitura e
interpretação de texto, que é algo que os estudantes acabam praticando
fora da escola", acrescenta.
O Brasil não tem, oficialmente, uma definição clara do que deve ser
aprendido em cada nível de ensino. O movimento Todos pela Educação
estabelece metas para que em 2022, ano do bicentenário da independência
do país, seja garantido a todas as crianças e jovens o direito à
educação de qualidade. O movimento estabelece também metas
intermediárias de aprendizado.
Pelos critérios do movimento, apesar de ter apresentado nacionalmente
um aumento no percentual de estudantes com aprendizado adequado, o país
cumpriu apenas a meta estipulada para o português no 5º ano do ensino
fundamental. A meta para a matemática no 3º ano era que 40,6% tivessem o
aprendizado adequado.
De acordo com a definição do Todos pela Educação, o aprendizado
adequado de matemática no ensino médio significa que os estudantes
tiraram pelo menos 350 no Sistema de Avaliação da Educação Básica
(Saeb). Isso os coloca no nível 5 de 10. São estudantes que conseguem
pelo menos resolver equações, determinar a semelhança entre imagens e
calcular, por exemplo, a divisão do lucro em relação a dois
investimentos iniciais diferentes. "É o mínimo adequado", diz Priscila
Municípios
O levantamento mostra uma melhora em relação à primeira etapa do ensino
fundamental, que vai do 1º ao 5º ano - fase que, na educação pública, é
geralmente de competência dos municípios.
Entre 2005 e 2015, houve um aumento dos municípios com maiores
percentuais de estudantes com aprendizado adequado. Em 2005, 0,1% dos
municípios tinha mais de 75% dos estudantes aprendendo o mínimo adequado
à etapa. Esse índice saltou para 8,4% em 2015. Em matemática, também
houve aumento. Em 2005, nenhum município tinha mais de 75% dos
estudantes com aprendizado adequado. Em 2015, eram 4,2%.
"A política educacional nas áreas de matrícula e insumos está ligada à
expansão da educação, uma situação em que nem todos estão na escola e é
necessário expandir. Agora, para universalizar a qualidade é preciso
mudar a forma de fazer política educacional. Não é mais fazendo a mesma
coisa para todas as escolas, tem que ter uma segmentação e uma
caracterização para cada uma. Exige uma sofisticação de gestão muito
maior", defende Priscila.
Metas
Os números são baseados no resultado da Prova Brasil e do Saeb),
aplicados em 2015. A Prova Brasil é um dos componentes do Índice de
Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), considerado um importante
indicador de qualidade do ensino. O índice vai até dez e é calculado de
dois em dois anos. São divulgados indicadores do 5º e do 9º ano do
ensino fundamental e do 3º ano do ensino médio, para português e
matemática.
O Ideb de 2015 foi divulgado pelo governo no ano passado. A meta para o
índice de 2015 foi cumprida apenas no início do ensino fundamental.
Atualmente em discussão, a Base Nacional Comum Curricular deverá
definir o que os estudantes têm direito de aprender em cada etapa de
ensino. Isso deve, segundo Priscila, ajudar na definição clara das metas
de aprendizado. A expectativa é de que a Base do Ensino Fundamental
seja divulgada até março pelo Ministério da Educação e a do ensino
médio, ainda este ano.
Gerente-geral da Odebrecht na República Dominicana
Os escritórios da Odebrecht em Santo Domingo foram
vasculhados nesta quarta-feira, como parte da investigação judicial
sobre o pagamento de 92 milhões de dólares em propina a funcionários da
República Dominicana.
Dezenas de policiais cercaram o prédio onde estão os escritórios da
Odebrecht, no centro da cidade, enquanto promotores interrogavam
ex-funcionários ligados a licitações de obras conquistadas pela
empreiteira.
“A revista ocorre em cumprimento do devido processo, após o confronto
das informações fornecidas à Procuradoria-Geral da República (PGR)
pelos representantes da Odebrecht no país com dados obtidos mediante
trabalhos de inteligência”, assinalou o Ministério Público.
Nesta quarta-feira, a promotoria interrogou ex-funcionários públicos envolvidos na contratação de obras da Odebrecht no país.
Na semana passada, o gerente-geral da Odebrecht na República
Dominicana, Marcelo Hofke, revelou ao procurador dominicano Jean Alain
Rodríguez que o grupo entregou 92 milhões de dólares ao empresário Ángel
Rondón entre 2001 e 2014.
Mas segundo Hofke, o empresário “recebeu os 92 milhões de dólares por
um contrato de representação comercial”, sem qualquer relação com
corrupção.
De acordo com as investigações, os subornos foram pagos durante os
governos dos presidentes Hipólito Mejía, Leonel Fernández e Danilo
Medina.
Um Boeing 767-300 da Latam que faz rotas entre os aeroportos
internacionais de São Paulo e Rio de Janeiro e destinos internacionais,
foi atingido por um disparo de fuzil em pleno voo. O projétil de calibre
7,62 milímetros abriu um buraco e ficou alojado na asa esquerda da
aeronave.
O Boeing está sendo avaliado no Centro de Manutenção da Latam em
São Carlos, no interior de São Paulo. Em nota, a Latam informou que o
incidente não comprometeu a segurança do voo.
A empresa informou não ser possível determinar quando e em que
local aconteceu o incidente, já que nada foi relatado pela tripulação,
provavelmente porque não se percebeu o impacto. A marca deixada pelo
projétil só foi descoberta quando o Boeing entrou na unidade de São
Carlos para a manutenção programada, no último dia 15.
No dia anterior, o avião havia feito um voo entre Barcelona, na
Espanha, e o Aeroporto Internacional de Cumbica, em Guarulhos, na Grande
São Paulo.
A empresa notificou a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). A Polícia Federal investiga o caso.
O fuzil 7,62 mm é adotado pelo Exército brasileiro, mas a arma tem sido apreendida com frequência em posse de grupos criminosos.
Nesta quarta-feira, 18, a Latam Airlines Brasil informou que
segue apurando a ocorrência. “A empresa já notificou a Polícia Federal e
a Anac sobre o ocorrido e colabora com as investigações das
autoridades. A Latam reforça que a ocorrência não comprometeu a
segurança de sua operação, valor imprescindível para a companhia.”
Já a Anac informou em nota que tomou ciência do incidente por
meio de contato com a área de segurança da Latam. “Devido à
excepcionalidade do caso, a agência acompanha as investigações
conduzidas pelo Departamento de Polícia Federal, prestando todo o
auxílio necessário.”
O ano começou com aumento no custo da telefonia em todo o País. Decisão
do Supremo Tribunal Federal (STF) determinou que as empresas de
telefonia fixa e móvel recolham o Imposto sobre Circulação de
Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre o valor da assinatura básica mensal.
Os valores variam de acordo com o estado e o tipo de plano oferecido
pelas operadoras. As empresas de telefonia que ainda não recolhiam o
imposto estão comunicando aos clientes o reajuste dos planos.
Decisão do Supremo Tribunal Federal determinou que as empresas
de telefonia fixa e móvel recolham o Imposto sobre Circulação de
Mercadorias e Serviços sobre o valor da assinatura básica mensal -
Foto: Agência Brasil
De acordo com a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), não se
trata de aumento de tarifa ou preço de serviços. Em nota, a agência
reguladora esclarece que o reajuste dos planos básicos das
concessionárias de telefonia ocorre anualmente e é homologado sem o
acréscimo de impostos. O último reajuste aprovado pela Anatel foi em
setembro de 2016.
O valor recolhido pelas operadoras com o imposto é repassado aos
estados. A cobrança do ICMS é feita conforme regras definidas pelas
secretarias de Fazenda estaduais, que definem a alíquota de ICMS que
incidirá sobre os serviços de telecomunicações. Segundo o
SindiTelebrasil, as prestadoras de telecomunicações apenas recolhem os
tributos cobrados sobre os serviços e repassam integralmente aos cofres
públicos.
"Nesse sentido, as prestadoras cumprem decisão da Justiça e dos
governos estaduais, que definem as alíquotas a serem aplicadas. Cada
prestadora está seguindo uma agenda adequada para informar aos clientes
sobre a incidência do ICMS. Só no ano passado, foram recolhidos aos
cofres estaduais R$ 34 bilhões de ICMS sobre serviços de
telecomunicações", diz a entidade em nota. De acordo com o
SindiTelebrasil, a carga tributária do País é uma das maiores do mundo e
representa cerca de 50% da conta dos serviços
Segundo a Anatel, a cobrança do ICMS é obrigatória pelas empresas
prestadoras de serviço de telecomunicações e o acréscimo é repassado aos
consumidores, independentemente do plano adquirido.
STF
A questão chegou ao Supremo Tribunal Federal (STF) por meio de um
recurso do governo do Rio Grande do Sul, que recorreu de decisão da
Justiça gaúcha. No julgamento, o Tribunal de Justiça entendeu que o
serviço de assinatura básica oferecido pelas operadoras aos consumidores
não pode sofrer incidência do ICMS por tratar-se de um serviço
complementar.
Por 7 votos a 2, seguindo voto do relator, ministro Teori Zavascki, o
STF entendeu que a assinatura básica faz parte da prestação do serviço
de telefonia e, dessa forma, o imposto deve ser cobrado.
As autoridades americanas trabalham com a hipótese de que os brasileiros desaparecidos na tentativa de entrar por mar nos Estados Unidos estejam vivos, provavelmente mantidos incomunicáveis em algum ponto, aguardando o melhor momento para tentar ingressar no país. Essa linha é reforçada pelo fato de a guarda costeira americana não ter encontrado vestígios de naufrágio. Outra hipótese em investigação pelos norte-americanos é de que a embarcação esteja à deriva.
Os brasileiros que pretendiam ingressar ilegalmente nos Estados Unidos estão desaparecidos desde o dia 6 de novembro. Em nota, o Ministério das Relações Exteriores informou que acompanha o caso desde o dia 15 de novembro. “Nessa data, familiares de brasileiros que viajaram para as Bahamas informaram à Embaixada do Brasil em Nassau que haviam perdido contato com eles.” Segundo a pasta, a informação do desaparecimento foi imediatamente repassada à Polícia Federal e às autoridades migratórias, policiais e guardas costeiras de Bahamas e dos Estados Unidos. O Itamaraty vem trabalhando em conjunto com essas instituições.
Até o momento, porém, não há informações sobre o paradeiro das pessoas ou do barco em que elas estavam. “Por meio da Embaixada do Brasil em Nassau e do Consulado-Geral do Brasil em Miami, o Itamaraty continua engajado na busca de informações, em contato permanente com as autoridades dos EUA e das Bahamas, bem como com as famílias dos brasileiros desaparecidos que procuraram auxílio”, diz a nota. Ela acrescenta que, por respeito à privacidade das pessoas desaparecidas, não divulga detalhes sobre a identidade delas.
Rota atípica
Essa não é a primeira vez que a rota marítima entre Bahamas e a Flórida é utilizada. No entanto, a escolha não é comum para brasileiros, diz Eduardo Siqueira, professor associado na Universidade de Massachusetts em Boston, que estuda os fluxos migratórios entre o Brasil e os Estados Unidos há mais de uma década. Geralmente, explicou, os brasileiros entram nos Estados Unidos por avião com visto de turista e depois ficam para viver sem documentos, ou entram por terra através da fronteira com o México. Este caso, se confirmado, pode mostrar que “os brasileiros estão encontrando outros caminhos” porque as rotas habituais estão se tornando mais difíceis, refletiu.
O republicano Donald Trump, presidente eleito dos Estados Unidos, prometeu em sua campanha que deportará milhões de imigrantes em situação ilegal e que construirá um muro na fronteira com o México. Tudo isso “cria um clima de preocupação, de medo entre as comunidades de imigrantes, inclusive na brasileira”, diz Siqueira, acrescentando que “é preciso esperar” para ver que promessas vai cumprir.
De US$ 18 mil a US$ 24 mil
Em ano de crise, a busca de brasileiros pela entrada ilegal nos EUA vem preocupando autoridades brasileiras e americanas. Enquanto os Estados Unidos mantêm fiscalização rígida, prisões, deportações e avançam até em convênio com Governador Valadares, a Polícia Federal combate os coiotes, intermediários irregulares no processo de viagem.
Para evitar que a ação de coiotes continue levando brasileiros para o exterior, a Polícia Federal realiza a Operação Espectro. Desencadeada há três meses em Governador Valadares e na região do Vale do Aço, também em Minas, ela culminou com dez mandados de busca e apreensão e nove de conduções coercitivas de pessoas envolvidas no envio de brasileiro para os Estados Unidos.
A quadrilha, segundo a PF, cobrava entre US$ 18 mil e US$ 24 mil pelo serviço. Os envolvidos respondem por falsidade ideológica, uso de documento falso e associação criminosa. A grande quantidade de mineiros que tentam entrar ilegalmente nos Estados Unidos e a ação dos coiotes fizeram com que o próprio governo americano buscasse uma saída para o problema. Nesse sentido, as autoridades americanas vêm tentando estreitar o relacionamento com a comunidade de Governador Valadares e região
Catorze brasileiros que tentaram atravessar de barco ilegalmente das Bahamas para os Estados Unidos estão presos em um centro de detenção em Pompano Beach, na Flórida. Eles usaram a mesma rota ilegal utilizada pelos 19 brasileiros que estão desaparecidos desde o dia 6 de novembro, segundo informações do Itamaraty.
A rota não é nova, há registro de brasileiros detidos nas Bahamas desde 2011, acusados de tentar emigrar ilegalmente para os Estados Unidos. Foram 65 em 2012, 55 em 2013, 50 em 2014, 56 em 2015 e este ano deve ter ligeira alta, chegando a 70. Além desses, há os brasileiros que são presos ao chegar nos EUA, mas o governo americano não faz notificação compulsória. Os EUA só informam o governo brasileiro quando há autorização do detido. "Por isso temos certeza de que o número de detidos é bem maior", diz Luiza Lopes da Silva, diretora do departamento Consular e de Brasileiros no Exterior.
Segundo ela, muitos preferem a rota das Bahamas porque a entrada pelo México está cada vez mais perigosa, por causa da atuação dos cartéis do tráfico. "E a travessia feita a pé pelo deserto também é insegura e muitos sofrem desidratação", diz.
Além disso, há um efeito "últimos dias de Obama". "Muitos brasileiros com quem conversamos lá nos EUA dizem que parentes ou amigos estão acelerando a ida para o país, porque querem chegar antes de Donald Trump assumir, no dia 20 de janeiro", diz Silva. Trump prometeu endurecer a repressão à imigração ilegal.
O barco com 14 brasileiros teria deixado as Bahamas no dia 6 de novembro. No dia 15, familiares dos brasileiros entraram em contato com a embaixada brasileira em Nassau, relatando o desaparecimento. As guardas costeiras dos EUA e das Bahamas estão fazendo buscas pelo barco e monitorando por satélite. Nenhum naufrágio foi registrado, segundo o Itamaraty.
Segundo a apurou, as autoridades trabalham com dois cenários mais prováveis. No primeiro, os brasileiros continuam nas Bahamas, detidos pelos coiotes, que suspenderam a travessia com medo de serem interceptados e estão mantendo os brasileiros incomunicáveis. O segundo cenário é o de que eles estariam no barco, à deriva ou ancorados em algum lugar.
A reportagem entrou em contato com um oficial de imigrações no centro de detenção na Flórida, mas não recebeu retorno. Com informações da Folhapress.
Supremo deve analisar acordos firmados entre o MPF e ex-executivos da construtora e decidir se Maia poderá se reeleger presidente da Câmara
Divulgação/STF
STF pode decidir em 2017 sobre a contratação de trabalhadores terceirizados para a atividade-fim das empresas privadas
Dois anos após decidir abrir as primeiras investigações contra políticos acusados de receber propina desviada da Petrobras, o Supremo Tribunal Federal (STF) voltará a ser protagonista da Operação Lava Jato.
Em fevereiro, após o fim do recesso da Corte, o STF enfrentará a primeira decisão polêmica prevista para 2017, quando deverá homologar as delações premiadas de 77 executivos da empreiteira Odebrecht, que citam políticos de vários partidos. São mais de 800 depoimentos que já estão em análise pelo relator da operação na Corte, o ministro Teori Zavascki.
Outras questões polêmicas como a autorização do aborto para mulheres infectadas pelo zika vírus, a descriminalização do porte de drogas e a terceirização da atividade-fim das empresas privadas também devem ser julgadas ano que vem.
O início dos trabalhos na Corte terá destaque pela pauta econômica. No dia 1º de fevereiro, data da primeira sessão do ano, os ministros devem decidir sobre a validade da Lei de Responsabilidade Fiscal, criada em 2000 para disciplinar os gastos dos governos estaduais e federal.
Na época, as ações foram propostas pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), governadores e associações de procuradores sob o argumento de que a lei fere a autonomia dos Poderes ao definir regras para limitar os gastos, justificativa semelhante à utilizada pelos críticos da Emenda do Teto dos Gastos Públicos, promulgada em dezembro.
A volta aos trabalhos também será marcada pela decisão que pode garantir a candidatura do presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), à reeleição. No início do recesso, o Partido Solidariedade entrou com uma ação para tentar barrar a eventual candidatura de Maia. No pedido de liminar, os advogados do partido pedem que a Corte interprete o Regimento Interno da Câmara conforme a Constituição, para fixar o entendimento de que a proibição de recondução do presidente da Câmara dos Deputados ao cargo também se aplica ao parlamentar que tenha sido eleito para um "mandato-tampão", como foi o caso de Maia.
Aborto
Rosinei Coutinho/SCO/STF - 29.11.16
Ministro do STF Luís Roberto Barroso defendeu em julgamento o aborto até o terceiro mês de gestação
Ainda sem data marcada para julgamento, o Supremo deve enfrentar a análise de dois processos que tratam sobre o aborto, um deles referente aos casos de mulheres infectadas pelo zika vírus e outro sobre a decisão da Primeira Turma da Corte, que, por maioria de votos, descriminalizou o aborto até o terceiro mês de gestação.
Descriminalização do porte de drogas
O STF pode retomar a discussão sobre a constitucionalidade da criminalização do porte de drogas, suspensa em 2015 por um pedido de vista do ministro Teori Zavascki.
O relator, ministro Gilmar Mendes, votou a favor da descriminalização do porte de drogas. O crime é tipificado no Artigo 28 da Lei de Drogas. De acordo com o ministro, a criminalização é uma medida desproporcional e fere o direito à vida privada.
Terceirização
O plenário também pode apreciar em 2017 a validade da contratação de trabalhadores terceirizados para a atividade-fim das empresas privadas. O tema é um dos mais polêmicos que envolvem patrões e empregados e pode mudar a atual forma de contratação direta de funcionários em todo o País.
Atualmente, uma regra editada em 1994 pelo Tribunal Superior do Trabalho (TST) proíbe que empresas terceirizem sua atividade-fim por meio da contratação de outra que forneça a mão de obra para a realização de um determinado serviço.
Dessa forma, uma empresa não pode tomar os serviços de outra para contratar funcionários ligados à atividade-fim, ou seja, referente à sua área de atuação, com o objetivo de reduzir custos e não criar vínculo trabalhista.
Cigarros aromatizados
Em março, uma das questões mais importantes que envolvem saúde no Supremo deve ser julgada, a comercialização de cigarros aromatizados. Em 2013, a ministra Rosa Weber suspendeu a resolução da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) que proibiu a fabricação e venda de cigarros com sabor artificial. A questão deve ser julgada definitivamente em março.
Ensino religioso
Outro processo que também deverá ser julgado é a ação protocolada pela Procuradoria-Geral da República (PGR) para que o STF reconheça que o ensino religioso nas escolas públicas deve ser de natureza não confessional, com a proibição de admissão de professores que atuem como “representantes de confissões religiosas”.
Equipamento localizado nesta terça-feira pode explicar acidente, mas ainda há outras duas caixas-pretas perdidas; queda da aeronave deixou 92 mortos
Avião que caiu na Rússia tinha 33 anos de operação, segundo autoridades do país; piloto era experiente
Mergulhadores encontraram nesta terça-feira (27) uma das caixas-pretas do avião militar que caiu no último domingo (25) no Mar Negro, durante um voo entre Rússia e a Síria.
"Nas buscas na cabine do piloto, foi encontrada uma das caixas-pretas da aeronave. Ela será levada imediatamente à superfície", disseram as autoridades da Rússia. Outras duas caixas-pretas precisam ser encontradas ainda, pois contêm códigos e informações sobre o voo que podem desvendar as causas do acidente.
Além dos equipamentos, os mergulhadores russos encontraram no Mar Negro corpos e restos mortais de outros três passageiros. Até o momento, foram encontrados 12 corpos das 92 pessoas que estavam a bordo do avião.
Os serviços de resgate já haviam localizado anteriormente os destroços da cauda do avião, onde está o gravador digital que contém dados do voo. O processo de retirada desse fragmento da aeronave do mar ainda está em andamento.
A aeronave, de modelo Tupolev-155, havia decolado de Moscou e deveria seguir para uma base militar em Latakia, na Síria, onde os russos têm uma grande presença militar. O avião pousou na cidade de Adler, perto de Sochi, para reabastecer e caiu no Mar Negro pouco após decolar novamente.
Até o momento se sabe que o avião não conseguiu ganhar altitude e chegou a fazer uma meia-volta no céu antes de desaparecer dos radares e cair a seis quilômetros da costa, segundo informações da agência Sputnik Brasil.
Estavam a bordo 64 membros do conjunto Alexandrov (Alexandrov Ensemble), o coral do exército russo, que faria uma apresentação para as tropas que estão na Síria na noite de ano novo. Além deles, estavam no avião militares e nove jornalistas. No total, eram 84 passageiros e oito integrantes da tripulação.
Investigações
As autoridades investigam a causa do acidente e não descartam nenhuma hipótese, nem mesmo a de terrorismo – apesar de não haver até o momento nenhum indício de que o acidente tenha sido provocado intencionalmente.
O governo da Rússia crê que há mais chances de o acidente ter sido provocado por uma falha técnica ou erro humano do que um ataque externo. A imprensa russa divulgou trechos de um áudio da tripulação com os controladores de voo que demonstra que havia problemas a bordo.
Autoridades consideram a possibilidade de que o acidente tenha ocorrido em razão de falha técnica ou humana; todos os 92 passageiros morreram
Avião que caiu na Rússia tinha 33 anos de operação, segundo autoridades do país; piloto era experiente
O ministro dos Transportes da Rússia, Maksim Sokolov, afirmou nesta segunda-feira (26) que, diante das evidências de que a queda de um avião militar no país no último domingo (25) tenha sido provocada por falha humana ou técnica, “a versão do terrorismo não está entre as principais" linhas de investigação. As informações são da agência Sputnik Brasil.
A aeronave, de modelo Tupolev-155, levava 92 pessoas, entre tripulação e passageiros, havia partido de Sochi, na Rússia, e ia para a Latakia, na Síria, onde os 64 membros do Coral do Exército que estavam a bordo fariam uma apresentação para as tropas que estão na área na noite de ano novo. Além deles, estavam no avião militares e nove jornalistas.
No domingo, as autoridades russas haviam antes descartado a possibilidade da queda se tratar de um atentado terrorista, opção que depois foi novamente analisada. O ministério ainda afirmou que o piloto do avião, Roman Volkov, era muito experiente e tinha mais de 3 mil horas de voo e que a aeronave tinha 33 anos.
Segundo o vice-presidente da Comissão Parlamentar sobre a política econômica, Serghiei Kalachnikov, a idade avançada, no entanto, não é prova de que a aeronave não funcionava bem. "Trinta e três anos é um bom tempo, mas não é crítico", declarou à imprensa.
O primeiro-ministro Vladimir Putin decretou para esta segunda-feira um dia de luto nacional. "Haverá uma investigação aprofundada na região da catástrofe e faremos tudo para fornecer o nosso apoio às famílias das vítimas", explicou Putin.
Destroços
Equipes de resgate já encontraram diversos destroços da aeronave no Mar Negro. Em torno de 150 fragmentos foram localizados a 27 metros de profundidade, a cerca de mil milhas da costa, segundo Rimma Thernova, porta-voz da equipe de resgate baseada na estação balneária de Sochi.
O Ministério da Defesa da Rússia diz já ter encontrado onze corpos. As operações de busca envolvem 32 navios, cinco helicópteros, um avião e drones. Além disso, 80 mergulhadores foram enviados à área do acidente e 100 serão enviados em breve.
Decisão liminar atende a ação popular que contesta reajuste salarial durante os últimos dias de legislatura; juiz determinou a manutenção do salário atual
André Bueno/CMSP - 20.12.2016
Dos 55 vereadores de São Paulo, 30 votaram pela aprovação do aumento salarial; outros 11 rejeitaram a proposta
Um juiz do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (TJ-SP) proferiu decisão liminar que suspende o reajuste salarial para os vereadores da Câmara Municipal da capital paulista. O aumento de 26,3% no salário dos legisladores paulistanos havia sido aprovado pela própria Câmara na última terça-feira (20).
Em sua decisão, o juiz Alberto Alonso Muñoz, da 13ª Vara da Fazenda Pública, determinou que seja mantido o salário de R$ 15.031,76 para os vereadores, e não os R$ 18.991,68 mensais aprovados no projeto de resolução. As informações são do jornal O Estado de São Paulo.
O magistrado acatou os argumentos apresentados na ação popular, que consideram que o reajuste fere um dos artigos da Lei de Responsabilidade Fiscal, segundo o qual "é nulo de pleno direito o ato de que resulte aumento da despesa com pessoal expedido nos 180 dias anteriores ao final do mandato do titular do respectivo Poder".
Cabe recurso da decisão.
Reajuste
O aumento salarial aprovado na última terça-feira garante, em valores absolutos, ganho adicional de R$ 3.959,92 para cada parlamentar. Uma vez que a Câmara é constituída por 55 vereadores, o impacto anual do reajuste seria de R$ 2,6 milhões ao ano.
A justificativa apresentada pela Câmara é a de que, de acordo com a Emenda Constitucional 25/2000, nas cidades com mais de 500 mil habitantes – caso da capital paulista – o subsídio dos vereadores é correspondente a até 75% do salário dos deputados estaduais, que, em São Paulo, está fixado em R$ 25.322,25.
O texto que visa justificar o reajuste afirma que “a fixação pelo valor máximo permitido justifica-se diante do gigantismo de São Paulo, a maior cidade do Brasil, cujos problemas sociais, econômicos, políticos e culturais exigem dos vereadores envolvimento e dedicação proporcionais à responsabilidade do mandato que exercem”.
Voo partiu de Moscou, na Rússia, com destino à Síria; presidente russo, Vladimir Putin, declarou luto nacional para esta segunda em todo o país
Reprodução/Voz da Rússia
Integrantes do conjunto Alexandrov durante performance
Nenhuma das vítimas sobreviveu à queda do avião militar russo que caiu no Mar Negro neste domingo (25). A aeronave levava 92 pessoas a bordo e desapareceu do radas dois minutos depois de decolar na cidade de Sochi, às 5h25 locais (0h25 pelo horário de Brasília). O presidente da Rússia, Vladimir Putin, declarou luto nacional para esta segunda-feira (26) em todo o país
De acordo com a agência de notícias russa Sputinik, o avião russo partiu com destino à cidade síria de Latakia. A bordo estavam músicos que iriam à Síria para felicitar militares pelo Ano Novo na base aérea de Hmeymim.
Segundo o site de notícias BBC, fragmentos de fuselagem foram localizados logo cedo. O Ministério da Defesa russo informou que o avião de transporte militar Tu-154 levava soldados, 64 integrantes do conjunto musical militar Alexandrov e nove repórteres. Reprodução/Twitter
Os aviões de transporte russos Tu-154 têm sido usados regularmente na Síria, escoltados por bombardeiros
O avião que voava para Latakia começou o seu voo na cidade de Moscou, capital da Rússia, e parado em Sochi para reabastecimento.
"Fragmentos do avião Tu-154 do Ministério da Defesa russo foram localizados a 1,5 km da costa do Mar Negro em Sochi, a uma profundidade de 50 a 70 metros", afirmou, em nota, a pasta da Defesa russa.
Quedas de aviões na Rússia
Em abril de 2010, um avião Tu-154 caiu em Smolensk, no oeste da Rússia, matando todas as 96 pessoas a bordo, incluindo o presidente da Polônia Lech Kaczynski.
Um Tu-154, operado pela Siberian Airlines, foi derrubado sobre o Mar Negro em outubro de 2001, matando 78 pessoas. O avião seguia de Tel Aviv, em Israel, a Novosibirsk, na Rússia, e a maioria dos passageiros era israelense.
Neste mês, um avião militar do Ministério da Defesa da Rússia caiu na Sibéria, com 39 pessoas a bordo. De acordo com fontes de Moscou, todas as vítimas sobreviveram ao acidente. A queda estava mais para um pouso forçado.
O avião, modelo IL-18, caiu no distrito de Bulunskij devido às más condições climáticas. Das 39 pessoas a bordo, sete eram membros da tripulação. O Ministério da Defesa informou que, ao todo, 32 pessoas ficaram feridas, sendo que 16 delas ficaram em condições graves.
As Forças Armadas da Ucrânia inicialmente negaram envolvimento, mas oficiais depois reconheceram que o avião pode ter sido abatido durante um treinamento militar.
O cantor e compositor britânico George Michael morreu em sua casa aos
53 anos, informou neste domingo seu representante. "Com enorme tristeza
podemos confirmar que nosso querido filho, irmão e amigo George faleceu
pacificamente em casa durante o período natalino", afirmou a fonte, que
pediu "privacidade e respeito" para a família do artista.
Michael, nascido em Londres e cujo nome real era Georgios Kyriacos
Panayiotou, vendeu mais de 100 milhões de álbuns durante uma carreira
musical de quase quatro décadas.
O agente da estrela do pop afirmou que "não haverá mais comentários neste momento" sobre as circunstâncias de sua morte.
Uma ambulância da região Central Sul da Inglaterra atendeu uma chamada
na cidade de Goring, no condado de Oxfordshire, às 13h42 (horário local,
11h42 em Brasília), um serviço que a imprensa britânica relacionou à
morte do cantor e que segundo a Polícia de Thames Valley não envolveu
nenhuma circunstância suspeita.
Em 2011, Michael foi obrigado a cancelar vários shows ao ser internado por causa de uma pneumonia que quase o matou.
Este mês tinha sido anunciado que o produtor e compositor Naughty Boy
estava trabalhando em um novo álbum com o artista britânico, que ficou
famoso junto com seu amigo da infância Andrew Ridgeley com o duo Wham!.
Após deixar a formação, Michael lançou carreira solo que inclui
sucessos de vendas como "Listen Without Prejudice Vol. 1", seu segundo
trabalho sozinho.
Antes, tinha publicado "Faith", um álbum criado, produzido e escrito
praticamente sozinho pelo músico britânico que ganhou quatro discos de
platina no Reino Unido.