sábado, 24 de outubro de 2015

Menina de dois anos morre após disparo de pistola dentro de casa em SC.

Uma menina de 2 anos morreu por volta das 8h30 manhã desta quarta-feira (22) após tiro acidental em sua casa em Pinhal Preto, na zona rural de Campos Novos (a 350 km de Florianópolis, em Santa Catarina). Há suspeita de que o irmão mais velho, de 6 anos, possa ter dado o disparo acidentalmente, ao brincar com uma arma.

Segundo o boletim de ocorrência, o pai de menina (a identidade não foi revelada), que trabalha na produção de leite e não tinha porte de arma, escutou um barulho estranho durante uma noite, fora da casa, e ficou assustado.

Para se prevenir, carregou sua arma de calibre 28 e guardou atrás da cama. No dia seguinte, ele e a esposa saíram cedo para ordenhar os animais e deixaram as duas crianças em casa.

Por volta das 8h30, eles teriam escutado um disparo vindo de dentro da residência. Quando retornaram, encontraram o menino mais velho agitado, correndo de um lado para o outro, e a menina deitada na cama sem vida.

"Ainda não dá para saber como ocorreu o disparo: se a menina se machucou sozinha ou se o irmão maior disparou acidentalmente. O garoto está muito abalado ainda e, no pouco que conseguiu falar, disse que estava no banheiro na hora disparo. Vamos aguardar os laudos periciais que  podem colaborar para avaliar como ocorreu, mas, juridicamente, não faz diferença", explicou o delegado Adriano Almeida, responsável pelo caso.

Almeida informou que um inquérito foi aberto ainda na tarde de ontem, e os pais e os vizinhos que prestaram socorro já foram ouvidos. O pai foi detido temporariamente sob acusação por homicídio culposo e porte ilegal de armas. Pagou o valor da fiança e foi liberado. O casal permanece com a guarda do menino.

http://noticias.bol.uol.com.br/ultimas-noticias/brasil/2015/10/23/menina-de-dois-anos-morre-apos-disparo-de-pistola-denro-de-casa-em-sc.htm

Cunha tentou impedir envio de provas de contas na Suíça


© Fornecido por Notícias ao Minuto
 
O presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e a mulher Cláudia Cruz tentaram impedir a transferência do dinheiro bloqueado e das provas sobre as contas deles da Suíça para o Brasil. O objetivo da manobra era dificultar o andamento das investigações sobre o mesmo assunto aqui no país. Segundo O Globo, o casal entrou com um recurso na Câmara de Apelação Criminal do Tribunal Federal da Suíça para bloquear o repasse dos documentos do Ministério Público suíço para a Procuradoria-Geral da República no Brasil.

Em contradição ao depoimento à CPI da Petrobras, no dia 12 de março, Cunha disse que não mantinha contas bancárias no exterior. Conforme informações do Globo, a tentativa do presidente da Câmara e da sua mulher de barrar a investigação no Brasil a partir de recurso no exterior não produziu o resultado esperado.

O pedido ainda não foi julgado, além de serem remontas as chances de que o deputado e a mulher tenham sucesso. A legislação suíça não permitem a estrangeiros expedientes específicos para bloquear remessas de documentos relacionados a investigações criminais de âmbito internacional, informou O Globo.

Para piorar ainda mais a vida do presidente da Câmara, O Globo informa que a Suíça já mandou os documentos para Procuradoria-Geral e a expectativa é que faça o mesmo com o dinheiro bloqueado nas contas de Cunha e da mulher. Os valores bloqueados somam a quantia aproximada de R$ 10 milhões. De acordo com O Globo, os documentos suíços deram origem a mais um inquérito contra Eduardo Cunha no STF por corrupção passiva, lavagem de dinheiro e sonegação fiscal.

http://www.msn.com/pt-br/noticias/brasil/cunha-tentou-impedir-envio-de-provas-de-contas-na-su%C3%AD%C3%A7a/ar-BBmnG21?li=AAaB4xI

Cortar verba do Bolsa Família não é economia, é crueldade


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Há alguns dias se ventila no noticiário a informação de que o relator do orçamento, um deputado do Partido Progressista (PP) do Paraná, quer cortar em R$ 10 bilhões a verba do Bolsa Família para o ano que vem. Se vingar – o que ainda depende de um longo trajeto para acontecer – significará cortar em um terço o orçamento total do programa, de R$ 28,5 bilhões. 

10 bilhões do Bolsa Família, 6 milhões de conta na Suíça, 1 milhão de desvio. No noticiário os “bi” se juntam aos “mi” e aos centenas de milhares de reais, de forma que nós, simples viventes, achamos tudo muito.

Ora, os R$ 10 bilhões a menos do Bolsa Família vão melhorar as contas públicas? Se pensarmos que o Governo vem pagando este ano R$ 1 bilhão ao dia de juros, estamos falando aqui de sacrificar um programa social que atinge 50 milhões de brasileiros em troca de pouco mais de uma semana do que se paga aos bancos e instituições financeiras.

Em outras palavras: manter a assistência a 50 milhões de pessoas durante um ano ou pagar 10 dias de juros?
A pergunta não é tanto um programa político, apenas um contraste para que pensemos um pouco – para que nos dê algum tipo de régua para podermos dimensionar a dinheirama que salta do noticiário da TV. Para quem vive de salário, que está batalhando a conta do mês, é difícil, de fato, imaginar cifras econômicas que vão na casa dos quatro dígitos e além. Mas é preciso ficar atento: nem tudo o que reluz é (tão) ouro assim.

Não é dito diretamente, mas por trás da proposta de cortar o Bolsa Família está uma outra ideia, que resiste ao tempo e encontra eco em certo segmento (possivelmente minoritário) da opinião pública, de que o programa social é para sustentar “vagabundo”. É uma generalização que não se sustenta nos fatos.

Em 2008 participei, como assessor de imprensa, da análise e divulgação dos dados de uma pesquisa nacional que ouviu 5 mil titulares do cartão Bolsa Família, a maioria (93%) mulheres. Feita pelo Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas (Ibase), 87% dos beneficiários entrevistados afirmaram que gastavam o dinheiro principalmente para comprar comida. A quase totalidade (99,5%) afirmou que não deixara de trabalhar (muitos no mercado informal) por conta do Bolsa Família. Três em cada quatro beneficiários encaravam a ajuda como temporária. De modo geral, o que o programa vinha fazendo era melhorar a alimentação das pessoas, com mais consumo de açucares, cereais, arroz e feijão. E ninguém tinha deixado de brigar por uma vida melhor.

Ou seja: pesquisas já mostraram que o Bolsa Família não afasta ninguém do trabalho, mas suplementa a renda de forma a melhorar principalmente a alimentação. Não é um programa revolucionário, pelo contrário, foi concebido, suas premissas, pelo Banco Mundial, tendo atravessado, em seus fundamentos, administrações tucanas e petistas. É antes de tudo um programa de mitigação da pobreza, nada mais, nada menos.

Cortar isto em nome de um suposto equilíbrio de contas públicas, não faz parte da lógica econômica, mas está no campo da crueldade. Digo suposto equilíbrio das contas públicas pois do ponto de vista fiscal – ou seja da relação entre a dívida pública e o PIB (tudo aquilo que o país produz) – a situação atual do Brasil não é dramática. Não reside aí o nó, de forma a que, daqui para frente, em nome do “equilíbrio” toda e qualquer iniciativa para se cortar direitos sociais venha a ser bradada ao vento como solução ideal. O telespectador precisa ficar atento aos jogos de interesse: ao que é fogo e o que é fumaça.

Ainda sobre o Bolsa Família, me lembro, alguns anos atrás, de fazer um trabalho de comunicação em uma pequena cidade no interior de Minas Gerais, divisa com a Bahia. O trabalho era sobre transparência de informações públicas. Falei com a população local nos postos de saúde, nas escolas. E também com o prefeito. Conversa vai, conversa vem, o prefeito diz, à boca miúda (pois se falasse em público talvez não se elegesse) que “esse Bolsa Família era um problema”. Eu perguntei por que. 

O prefeito se ajeitou na cadeira e respondeu: antes por qualquer 100 reais você encontrava quem capinasse o terreno, hoje, por causa do Bolsa Família, ninguém mais aceita esse valor, ninguém quer trabalhar. Pensei na hora: será que o prefeito aceitaria passar quatro dias capinando o terreno para ganhar 100 reais? Naquela cidade o efeito do Bolsa Família não parecia ser sobre a vadiagem, mas sobre a remuneração do trabalho, agora (ou naquela época) reajustada para cima. Havia algo de crueldade na fala do prefeito que pensava com a cabeça do fazendeiro, e não apenas razão econômica.

Por trás do debate do Bolsa Família há todo um Brasil que, em crise, vai empurrando o pêndulo social ora para um lado ora para o outro. Para onde apontará? Quem vai pagar pelo ajuste?

https://br.noticias.yahoo.com/blogs/rogerio-jordao/cortar-verba-do-bolsa-fam%C3%ADlia-n%C3%A3o-%C3%A9-economia-%C3%A9-174128555.html

Bruxa enforcada em 1612 dá as caras em foto de uma médium inglesa

  

“Não acredito nas bruxas, mas que elas existem…”. A frase famosa, no século 16, seria complementada com um “sim, elas existem”. Afinal, naquela época mulheres eram acusadas de praticar bruxaria e, em diversos casos, condenadas à morte.

Foi o que aconteceu na Inglaterra, em 1612, mais especificamente em Pendle. Neste ano, 12 mulheres acusadas de bruxaria foram julgadas, sendo dez delas condenadas à morte por enforcamento. Acontece que uma dessas bruxas “voltou”.

Quem afirma isso é a médium Christine Hamlett, de 58 anos, que diz ter fotografado o espírito de uma das bruxas mortas naquele ano. A imagem traria à tona o fantasma de Jennet Preston, condenada à morte aos nove anos durante o julgamento em questão.

Medium afirma ser 'paparazzi' dos espíritosMedium afirma ser 'paparazzi' dos espíritos

“Eu estava em Pendle quando senti que ali havia uma presença, algo que me chamava. E você pode ver na imagem a figura de uma menina jovem. Eu sempre gostei desse local pelas histórias, pela aura que ele possui. Agora, a prova de que estava certa”, afirmou Christine ao Mirror.

As indicações da médium, no entanto, não paravam por aí. Segundo ela, a imagem traz o fantasma de uma das bruxas de 1612, e quem prova isso é… Outro espírito. No caso, o que ela afirma estar presente na imagem e que pertence ao juiz que condenou as mulheres naquele ano.

  

Após divulgar as fotos para o mundo, a médium explicou sua fama de “paparazzi” dos espíritos. Segundo ela, esse é o apelido que seus amigos dão para ela, uma vez que Christine garante que, sempre que vai a cemitérios, consegue convencer os espíritos a se deixarem fotografar.
 
https://br.noticias.yahoo.com/blogs/eita/bruxa-enforcada-em-1612-d%C3%A1-as-caras-em-foto-de-uma-m%C3%A9dium-inglesa-195953273.html

Polícia encontra restos mortais dentro de churrasqueira, no RS


Polícia suspeita que restos mortais são de Jaciele Daiane Silva dos Santos, desaparecida desde o início do mês
Reprodução/Facebook
Polícia suspeita que restos mortais são de Jaciele Daiane Silva dos Santos, desaparecida desde o início do mês
A polícia de Horizontina, no Noroeste do Rio Grande do Sul, encontrou restos mortais dentro de uma churrasqueira na noite desta quinta-feira (22). A principal suspeita é de que eles pertencem a Jaciele Daiane Silva dos Santos, jovem de 22 anos que está desaparecida desde o início do mês.

Os agentes da Polícia Civil foram até o endereço para cumprir o mandado de prisão de duas pessoas suspeitas de terem participação no desaparecimento da jovem, mas a casa estava vazia no momento da operação.

 De acordo com a delegada Beatrice Didier de Almeida, que acompanha o caso, os restos mortais estavam dentro de uma abertura feita na parte inferior da churrasqueira. Já com os restos dentro, o buraco foi posteriormente fechado com cimento. 

Os dois suspeitos pelo sequestro e assassinato de Jaciele foram presos nesta sexta-feira (23) e vão prestar depoimento na delegacia. Em seguida, eles serão encaminhados para o presídio do município de Santa Rosa.
Os restos mortais encontrados dentro da churrasqueira foram enviados ao Instituto Médico Legal (IML) da mesma cidade, onde serão realizados exames para confirmar se, de fato, trata-se do corpo de Jaciele. "Temos convicção de que seja dela", declarou a delegada Beatrice Didier.

http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2015-10-23/policia-encontra-restos-mortais-dentro-de-churrasqueira-no-rs.html